quinta-feira, 19 de maio de 2011

+ rock inglês

Depois dos Beatles, corra até a zona norte no Black Bar e curta um pouco mais de rock inglês com o Equinócio.

Dessa vez a homenagem é ao Pink Floyd! Participação especial de Humberto Alexandre na bateria!

The Beatles in concert

Confirmada nossa participação na festa cover dos "morto-vivos" no fim de semana 04.06.11 (sáb).

Iniciaremos nossa jornada musical pontualmente às 11 da noite e tocaremos até 11:45h.

Não preciso ressaltar quem será o homenageado dos Radiofônicos, né?

bjs e até lá!

terça-feira, 17 de maio de 2011

"todo mundo quase morto"

vixe... vai ser no mesmo dia! Radiofônicos toca nessa festa no Raízes.

Lembrete: Paul e Ringo ainda estão vivos... Sei que nesse dia quem vai estar "quase morto" será Beto... Sai da bateria do Pink Floyd e entra na dos Beatles... numa mesma noite!!!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

hum rum... Facebook

Estamos próximos do lançamento do disco, portanto existe agora um facebook... curta a página do Radiofônicos no Facebook.

Mas esse espaço ainda continua sendo o oficialíssimo e primeiríssimo lugar onde vc pode encontrar informações sobre a banda!

bjs aos montes

foto: Natália Hisse

terça-feira, 10 de maio de 2011

Lars and the real girl - A garota real (2007)

Achei apropriado, antes da apreciação (moderada) do meu "já famoso" texto, assistir a história de Lars, que se apaixona por uma mulher meio dinamarquesa, meio brasileira. Nada de diferente até aí, somente o fato de que nossa heroína não é exatamente "real"!


Tanto se discute "nosso tipo de par" que muita gente nem se toca que um ser inanimado é bem melhor que algumas companhias. E que a namoradinha do Lars tem mais vida que algumas pessoas com vida! E falo de homens e mulheres!

O que não concordo é que houve um extremo exagero contra os homens de Teresina! Faltou um "bifocal" pra nossas (algumas) mocinhas!





Sáb 14.05.11 - Radiofônicos no Teresina Rock

Me desculpem mesmo. Não pude postar meu "textículo" mostrando impressões sobre "Teresina existe?". Ando meio "azarado". Perdi o modem móvel daqui, o modem lá em casa queimou (e ontem, minha geladeira também! Caraaaalho! Não tenho mais onde guardar o coração!).

Sábado estaremos a tocar (em quem?) no Teresina Rock, dentro da programação do Salão de Humor 2011!

Da série "nem as paredes confesso", mais uma foto de Natália Hisse!

Prometo reestabelecer contato contínuo em breve!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

acordei

senti falta do repelente que deixei em casa... caralho, quase n dormi! aproveitei então pra esboçar o q vou escrever sobre o texto que creio meus visitantes já tenham lido!

assim... acordei rebelde, arrogante, vaidoso e bondosamente maléfico... vou ficar mais uns 3 dias aqui!

volto já já... vou ali em PII e volto!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Estou em PHB mas Teresina não me larga!

É exatamente assim que fico qnd estou aqui!

Não pude me separar do meu PC muito mais por causa das músicas e filmes que trouxe. Até esqueci modem em casa mas dei logo um jeito de emprestar um de amiga que mora aqui!

Sabe que vou fazer esses dias que vou ficar aqui? Responder a moça do texto "Teresina existe?" (desculpe, n pude por o link pq acho q a merda da configuração do blog tá zuada, mas dá uma "googada" - aparece facim facim - e acompanha lá a epopéia sentimental da moça).

Ela desce o machete nos homens de Teresina e eu vou simplesmente expor os meus pontos de vista!

trombadinha futebol clube


Eu sou da 4ª geração da história da minha rua. Claro, Enzo, Ítalo e Alexandre fazem parte da seguinte!

Somos nós aí, tentando perpetuar costume que nasceu na 3ª geração. O "arranca-dedo" no asfalto! Futebolzinho com travinha de tijolo na porta de casa!

Por mais que pareça estranho, são experiências como essa que misturam lúdico, coletivo e o confronto, que nos ensinam a ser mais espertos e competitivos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

réporter por um dia


Inédito: próximo Interferência uma matéria inteiramente produzida e conduzida por Humberto Alexandre (Beto), diretamente de São Paulo, na programação da Virada Cultural 2011.

foto: Natália Hisse

novo disco vem aí... finalmente

olá gente

Quero anunciar que estamos bem próximo de lançar nosso novo disco. Ele terá 10 músicas, todas inéditas - exceto pelo fato de já tocarmos todas nos shows - inclusive uma regravação de "tire suas coisas do meu quarto".

As músicas estão no processo final de mixagem, no finalzinho mesmo, para então ir para masterização e finalmente prensagem!

Agradeço publicamente Manoel de Moura Filho, pessoa e amigo que fez vir à tona essa faceta roqueira da nossa trupe!

Acima foto de Natália Hisse: Toineto (baixo) e nosso sempre convidado Hemington (guitarra) despejando alegria e verve nos acordes da poética verbal e não-verbal sonora de nossas músicas!
É só aguardar um pouco...

bjs roqueiros

quinta-feira, 14 de abril de 2011

me mate mate me

"aindaqueromorrerdeamor" senão hj espero então... bj

quarta-feira, 13 de abril de 2011

um morto vivo de internet


Ainda sigo com problemas de internet no meu canto de idéias. Ando bastante descontente com isso. As idéias continuam, mas isso desencadeou escassez de filmes, música e um tantinho de informações pra vcs.

Pelo menos compartilho algo que me deixou bastante satisfeito nesses últimos dias e que inclusive tem diminuido meu passageiro infortúnio: Zumbi - o livro dos mortos.

Num olhar preliminar, provavelmente só interessaria aos iniciados à cultura dos mortos-vivos, mas não se engane!

O livro entrelaça história geopolítica do início do século XX com o cinema entrecortado de olhares antropológicos e sociológicos da sociedade moderna ocidental que diz respeito a tensões raciais, filosofia, guerra fria, ameaças atômicas e medo da morte.

Tudo isso sem exageros ou arroubos intelectuais, com uma liguagem que parece daquele professor de história da 8ª série que te ensinou a gostar de história!

Além disso é um ótimo guia de títulos cinematográficos da criatura menos respeitada do panteão dos monstros universais.

Depois dessa leitura, aprendemos que essa desprezada criatura do imaginário fantástico pode ser tão ou mais importante que Drácula, Lobisomem, Frankenstein, Múmia, Fantasma da Ópera, Corcunda de Notre-Dame ou Dr Jeckyl e Mr Hyde e indo além, pode ainda falar sobre o pior monstro do planeta: nós mesmos!

Indico...

quinta-feira, 31 de março de 2011

31 de março

Abraços pro melhor baterista de rock da cidade - quem sabe de onde mais?. Hoje completa mais um ano de sua história... bolo e confete nele!

GRITO ROCK 2011


"Ando meio desconectado"! Sinceras desculpas. Tô sem internet em casa - geralmente onde tenho o sono reparador e inspiração pra escrever. Não gosto de escrever na rua!


Tô tentando solucionar isso rápido. Tenho histórias pra contar e músicas e filmes pra ver ou/e ouvir com vcs.


Por enquanto fica essa dica!!!!!


volto logo... assim espero!!!!!!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Teresina Rock

Confirmado o Salão de Humor 2011.

Dentro da programação existe um dos melhores festivais de música do estado: Teresina Rock

Abaixo segue a programação da semana mais musical da cidade.

SEGUNDA (09.05)
Show Mulheres
TERÇA (10.05)
Cochá/ Lado Blues/ Radiola de Ruah
QUARTA (11.05)
Batuque Elétrico/ Na Massa/ Full Reggae
QUINTA (12.05)
Papa Nicolau/ Gramophone/ Roque Moreira/ Mombojó
SEXTA (13.05)
Hévora/RetroRock/ Megahertz/ Korzus
SÁBADO (14.05)
Clínica Tobia Blues/ RADIOFÔNICOS/ Roraima/ Theregroove
Zéu Britto e Validuaté
DOMINGO (15.05)
Revolution/ Danilo Rêgo/ Último Romance

foto: Natália Hisse

quarta-feira, 16 de março de 2011

" AO - o último neandertal"

Boa opção para quem gosta de cinema inteligente.

Finalmente aparece uma alternativa para o incansável "Guerra do fogo" (1981), exibido em quase todas as salas de aula no mundo!

Fiquei realmente muito impressionado com esse filme francês que fala sobre comunicabilidade através da saga de um neandertal que se torna o último de sua espécie para logo encontrar com o famigerado homo sapiens.

Se apaixona por uma deles - tem dificuldades por isso - e parte em busca de suas origens. Belos cenários naturais, aventura, romance e cenas que retratam muito bem dificuldades como alimentação, o parto da mulheres e outras coisas difíceis de imaginar no mundo moderno.

link: http://www.megaupload.com/?d=Q54T0Y3R

Muito bom esse filme... me surpreendeu!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Brotherhood (2010) movie trailer



Poeticamente catástrofico!

"Se você pensa que a merda acabou espere os próximo minutos!"

Perfeito exemplo de cinema criativo e inesperado...

"Fluffy"

Outro dia usei a palavra “fofo” pra descrever algo que não lembro bem o quê, mas que tinha ligação comigo e tudo que ouvi foram estrondosos risos.

Fluffy é uma gíria que significa exatamente isso: fofo.

Não é nenhuma obra-prima. Está mais pra filme de ocasião, mas muito divertido e ultrapassa o limite de tolerável.

Não sou muito fã da Rachel McAdams com sua beleza e talento suflê de chuchu, mas prum filme passatempo...

Ela, jornalista em busca de desafios, se vê envolvida na disputa de egos entre Mike (Harrison Ford) e Colleen (Diane Keaton) e no desafio de tornar uma revista de TV algo atrativo.

Por que “fluffy”?

O personagem de Harrison – a terceira pessoa pior do mundo - é um jornalista de renome que se nega a fazer algo que ponha em risco sua seriedade ou credibilidade. Exemplo: fazer matérias de gosto duvidoso ou pronunciar vocabulário chulo e gírias.

Sua redenção se dá usando exatamente essa palavra, que num lampejo descritivo, seria a palavra correta para definir esse filme leve e divertido!

FOFO... assim como todos somos vez em quando pras pessoas que a gente gosta.

filme: http://www.megaupload.com/?d=DDAHQM1O

legenda: http://www.megaupload.com/?d=C6IES52A

Formas da estupidez - parte 0

A estupidez é uma forma de agir e de pensar muito controversa. Acredito que algumas vezes é válida, mas na maioria não!

Acima, o bom uso da estupidez (em todos os sentidos) numa campanha de marca renomada!

Não deixe de ler a parte 1...

Formas da estupidez - parte 1

Dia desses fui ao Boêmia. Quem me lê dizendo isso e me conhece, pode até estranhar porque sabe que não é meu lugar predileto!

Nada pessoal – quer dizer... acho que é pessoal sim - nem contra os artistas que lá tocam ou até mesmo com os freqüentadores. Simples assim: não gosto!

Primeiro que acho equivocado o ar “alternativo” que dão ao local. O balcão – em minha opinião o local mais bacana já inventado pros românticos – não tem nada de atraente. Não seu arranjo estrutural, até normal. É o conjunto das coisas.

O set musical é sempre mais do mesmo – Ramones, Led, Cure, Police, Black Sabbath, REM, Elvis, Bob, pros moderninhos um Franz, Belle and Sebastian, Of Montreal,etc.

Pra mim, “alternativo” sempre foi sinônimo de novidade. Aquilo que representa alguma coisa ou lugar onde você escuta algo ou alguém e se interessa em saber quem tá tocando ou o que está acontecendo.

ALTERNATIVO: o oposto do mesmo; caminho que leva ao distanciamento do senso comum; que se diz, faz ou ocorre com alternação.

Não vejo nada disso!

“Alternativo” pra mim é poder não usar tênis ou sapato pra sair (apesar de não usá-los)! Na escolha da minha “alternativa” – chinelo de borracha – não tenho “alternativa” senão melar meus pés de mijo alheio no banheiro. Ainda pago 10 reais pra isso!

Ainda assim, respeito a iniciativa de manter algo assim resistindo no dificultoso ambiente noturno da cidade. Posso naturalmente freqüentar o bar, tocar lá e etc. Nessa ocasiões sairei de botas! Mas reitero os defeitos!

No dia que fui tocava uma banda bacana – desculpa por não saber o nome – com um repertório aprazível. Nenhuma música autoral, mas um bom nível de repertório. Até cantei Can’t buy me love! Foi engraçado! Nem é música difícil de cantar nem nada, mas o vocalista insistiu em não entrar no tom da canção e ficou muito estranho. Todos começaram a perceber! Cara... ele insistiu por longos 2 minutos pra entrar no tom e não conseguiu. Fui lá e dei uma força!

A outra banda que tocou tinha o Marlon nos vocais. Imagino que ainda seja Marlon e os brandos! Me diverti meio no automático nessa hora porque eles insistiram no repertório anos 80 e aí moço... sem novidades no front!

Aí veio a doce estupidez... e a parte que realmente é o motivo dessa escrita.

Tinha saído com umas amigas. Duas belas moças que se divertiam a beça, dançando e tragando algumas doses de vodka. Tava até um clima bacana a despeito do fato de não morrer de amores pelo bar! Até vale a dica-clichê de que o que vale realmente é a companhia!

Lá pelas tantas, uma delas mais animada com “stand by me” do Oasis, foi cantar na frente da banda. A outra acompanhou o rastro deixado pela máxima energia da bebida da vocalista de ocasião e dela mesma!

Fico sozinho sem me importar muito, porque acho que mulher feliz é mulher solta. Dois motivos: 1) Ímpeto de mulher é indomável, portanto prefiro confiar; 2) Não custa nada ser e também deixar ser feliz. Se você não sabe, escolha é algo intransferível e pessoal. Se ela escolhe algo que não te deixa feliz, não desista e siga adiante!

Dica escondida: a melhor maneira de deixá-la presa é deixando solta. Só num conta pra ninguém!

Passa por mim então um desses rockstars fodões que temos aqui na cidade e me dá um “hand shake” digno da amplitude de sua presença.

- E aí, Henrique? Beleza?

- Na boa cara! Tudo tranqüilo?

Como o dublê que sempre quis ser desde criança, respondi e perguntei já mudando meu corpo de ângulo pra não deixar meu “corpo falar” algo como “fica aqui pra gente conversar porque adoro ficar de bate-papo com as pessoas”.

Meu truque deu certo! Continuei ali como eu queria. Sem interrupções humanas!

Aí normal. Continuei ali, bebi, transitei um pouco, fui melar meus pés de mijo algumas vezes, enquanto as guapas se divertiam com o repertório da banda.

Uma delas, bastante requisitada pelos meninos no bar, sempre assediada, algumas vezes se afastava, distribuindo a delicadeza tão comum nas mulheres. Aí ficávamos eu e a outra bela moça trocando idéias, dançando um pouco, etc.

Quem nos via, até podia julgar que formávamos um par além do significado 2! Deixo os outros pensarem!

Aí, do nada, repentinamente, volta o rockstar e emenda:

- Cara, aquele show (ele tinha uma banda) naquele dia foi legal! Mas a banda acabou! Tôaí... de bobeira!

- Pô cara... que pena que a banda acabou! (A gente sempre tem que ser delicado com os outros e evitar que a rejeição possa causar traumas). Bem bacana a banda de vocês!

Nessa hora, percebo que o cara parou pra bater papo mesmo e que ia alugar meu ouvido. Aí já começo a ficar bilado porque penso: “quem em sã consciência vê um cara só, acompanhado de uma gostosa como essa aqui e para pra bater papo com ele? Caralho!!!!”

Na tranqüilidade, escuto, num reajo muito forte pra ver se o cara pinota! Porraaaa nenhuma. Engata e continua!

- A gente devia fazer algo junto de novo, mê irmão! Lembro que quando comecei molecote, te vi no Capitão Guapo!

Vai se fuder, velho. O cara tá começando a encher meu saco e vai começar a falar do Capitão Guapo. Putaquepariuavacaqueeucomienãogostei.

Fora o fato do elemento ter que gritar na porra do meu ouvido porque estávamos perto da banda tocando! Vai ser filha duma égua assim na casa do cacete!

Tentei desacelerar pra ver se o cara desistia.

- É. Faz tempo! Tem muita banda boa! Olha essa aí! Apontei displicentemente com a cabeça pra frente.

Nessa hora me pergunto porque o "bonitão da ceasa" num ia cuspir no ouvido de um broto por lá. Aí o cara deu uma crise egocêntrica e insistiu:

- Pois é! Minha banda era legal! Repertório bacana! Poxa cara, temos que fazer enquanto ainda é tempo! Vamos fazer, rapá! Invente um motivo aí: A volta do Capitão Guapo (puta que pariu, lá vai o cara falar merda de noooooooovo). A gente é novo ainda... Nosso tempo é agora! Quando a gente tiver 40 não dá mais!

Aí fudeu de vez!

Claro que ri muuuuuito da idiotice, mas num quis crer no tamanho da estupidez do projeto de roqueiro!

Imagina a cena: o recém vencedor disparado e inconteste do “idiot awards” que tava usando uma camiseta que já não combina mais com seu “shape” mesmo sendo um garotão bem mais novo do que eu, que gritava no ouvido dum cara que não gosta do lugar que estava e que deixou bem pra trás a história do Capitão Guapo, tem exatos 40 anos e vários shows bacanas ainda a fazer, e que por fim, tava acompanhado de uma gostosa que acreditava ele ser bem melhor estar sendo cuspido no ouvido por ela, mesmo que fosse dizendo qualquer bobagem!

Morou bixo?????

Perdoar os estúpidos é exercício de sabedoria!

bjs

ps: adianto pra turma do "poderia ter sido pior": se a moça ficasse bêbada e vomitasse no meu ouvido, eu ainda ia preferir!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bailinho dançante

mais novidades sobre a festa, aqui, depois do carnaval!!!!!!!!!!!!!!!!


quinta-feira, 3 de março de 2011

Got you where he wanted - David Myhr



claro que não é preciso ter cabelo pra fazer um roque bacana! confere...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Simplesmente soberbo

Que 127 horas seja um “auto-ajuda” disfarçado até posso concordar!

Mas também tenho que concordar/acrescentar que é um bom filme! Inteligente, profundo, delicadamente simples e outros adjetivos com toques magistrais de talento sobre a naturalidade humana captadas pelo diretor Danny Boyle.

Todos sabem que o cara amputa a mão depois de dias presos num rochedo, mas aí, saber o que vai acontecer nem é tão importante quanto o caminho que vai se percorrer (sim... você também!) pra chegar no “maneta” que ele se transforma ao final! E antes do assunto ficar sério, palmas para a punheta que ele quase bate na situação extrema. Mais humano impossível!

Belo filme com a condução dramática inconteste de James Franco no papel de Aron Ralston. O cara é o filme!

Genial também é o diretor, que dá um tratamento cheio de criatividade às situações que o personagem vai se submetendo lentamente – o desespero, as necessidades urbanas, palavras e atos não ditos e feitos.

Preso e tentando evitar desespero, Aron mantém um vídeo-diário. Daí vem a cena mais emocionante e acho que posso dizer do seu triunfo como ser humano.

Por esse momento, Franco merecia o que sabemos que será de Colin Firth (ainda assim aposto nele).

No alvorecer, ele brinca com a câmera fingindo ser um apresentador de programa de TV (aos quais ele é acostumado ver quando acorda) entrevistando ele mesmo! Momento soberbo.

Ele percebe o quanto se é egoísta – e nos faz também - na auto-suficiência. O diálogo-monólogo (afinal é ele com ele mesmo) e a troca de perguntas e respostas é uma equação simples que o conduz para uma dedução sóbria: me fudi e vou morrer pelo meu precioso individualismo!

No jogo de troca de personagens (apresentador e Aron), a linguagem usada pelo diretor não podia ser mais simples e ao mesmo tempo inventiva! A simples mudança da qualidade de imagem entre a handcam usada por Aron e as câmeras do diretor!

No fim de tudo, nunca tinha visto antes, um “ups” ser usado com tanta magnitude! Perfeito e tocante... Você vai concordar comigo...

Bom filme... Juro que não vai ser diferente.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jack Bauer às avessas


Nem amanheceu direito e já fui abrindo a porta pra mulher que estava gritando em mim.

Não... Não sou viado nem nada...

Mas ela permitiu que voltassem frases como “I dream tonight”, “It seems Love”, “I’m too busy asking questions about you”.

Muitos homens ficam brigando com sua parte “mulherzinha”. Brigar com mulher não é perda de tempo? Deixo – literalmente – as minhas livres (explico o plural: a que posso vir a ter e aquela que todos temos guardado).

Coincidência a moça da capa parecer um “homenzinho”. Ou será ela um homem vestido de mulherzinha querendo ser homenzinho?

Não importa! O disco é bem acima do regular!

Ah... A música que me fez sentir “borboletinhas na barriga” (ôôô meiguice) foi “every day feels like the Day”. Experimenta começar por ela!

Pena. Não consegui ser “macho” mais de 24 horas!

link: http://www.mediafire.com/?6ly41fh5r7o67h0#2

desculpe minha ausência musical... e pela crueza dessa canção

Música é - também - estado de espírito.

O meu está meio rude.

Além de belo país, a Suécia tem boas bandas.

Não sei pq ando pouco romântico.

Sei lá... Ando evitando músicas com títulos como “she left me dancing alone”, “talking to myself”, “and my bronken heart”, “send your love down”.

Ando mais “macho” do q o normal.

Então vai uma dica aí.

Não poderia ser mais roqueira: misture Kinks, um tantinho de Who e os nervosos The (International) Noise Conspiracy – muitobonsporsinal.

Coisa pra roqueiro homem mesmo. Mulher só ouve uma banda como essa só na companhia de macho!

link: http://www.mediafire.com/?klkz5jkvi1cmiqi

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Felizes por 20 minutos" ou "Não me leve a sério tanto assim" ou ainda "Alguém esbarrou em mim".

Recentemente, revi uma das boas temporadas do “Sítio do pica-pau amarelo”: Minotauro. Estranho começar esse texto sobre amor – mais uma vez - falando desse épico televisivo?

Não... Explico.

Além dos mitológicos Teseu, Ariadne, Rei Minos, Ícaro, Dédalo, participa o arrogante, vaidoso e soberbo deus Dionísio (deus do êxtase e do entusiasmo, levava com seu cortejo alegria e felicidade e também era considerado protetor das belas artes).

Pronto. Chegou o amor! Pra ser mais preciso o “deus do amor”.

Como reage um não-deus homem (mas não somos a imagem e semelhança de um?) ao ser chamado e reconhecido, pelo menos pela amada, com esse título?

Até acho nem saber o valor e a precisão de considerações dessa natureza. O que posso dizer é que o dia seguinte de uma noite chuvosa de verão causa reações estranhas, tresloucadas e muito, mas muito apaixonadas. Aaahhh essa chuva e suas amorosas conseqüências!

O poder, a exuberância, a confiança, a oportunidade, a coreografia, o domínio, a arte, a fala, a graça. Esse é o primeiro dia!

A primeira moça ficou totalmente... Ops... Desculpe. Quis dizer: Primeiro a moça fica embaraçada na sedução irresistível do semi-deus. Daí por diante, depois de conclamar o mundo (ao seu redor) e canonizar o belo jovem com o título de “deus do amor” e definindo essa força amorosa devastadora que ele mesmo nem sabia ter, tudo muda!

Cenas de outro dia num outro lugar com os recentes poderes adquiridos/atribuídos:

- Como eu gostaria de passar 20 minutos com você! Diz uma outra moça.

- Huuummmm... Acho um privilégio ouvir isso de você! Sim! Claro! Assim... Bom ouvir isso e assim... Eeerr... Tá... Tá bom!

Minutos depois, fui raciocinar sobre os 20 minutos oferecidos.

Primeiro tentei entender o porquê dos exatos 20 minutos. Boa jogada essa da “pobre mortal”. E fica aqui meu protesto contra qualquer fator misógino da tática – que pode parecer vergonhosa – da moça. Sinto muito “coro dos descontentes”. Sabe o que quer quem sabe o que quer!

20 minutos = 8 minutos pra boca (tradução para língua) e pras mão (tradução para dedos), 11 minutos do Paulo Coelho (que apesar do sobrenome adverte para dura ação, digo, duração... sem trocadilhos, hehehehe) e 1 minuto pra fumar e ir embora!

Estrupiando qualquer arresta e usando todos os artifícios que me concedeu minha preciosa vida, segui... Juro que tentando descobrir esse misterioso véu que encobria o estímulo, ao mesmo tempo temporal e jocoso da amante. Pensei em reações. Sagradas e profanas. Utilizei o máximo do divino da minha medíocre humanidade. Bem...

Genial.

Sabemos que nem todos se amam (mas podem!) e que seria impossível se amar assim! Mas também sabemos que devemos espalhar, semear, difundir e propagar (às vezes sem prolongar) o amor.

Dizem por aí que temos a tal “alma gêmea”. Isso automaticamente descarta a possibilidade de várias e exaustivas tentativas. Porque num esbarrão ou outro ela vai aparecer!

Cara, que menina esperta!

Enquanto acontecem os esbarrões, vamos distribuir 20 minutos para fazer o mundo ser um lugar mais cheio de amor!

Discordo de você?

Certa vez, vi um desses camaradas que do alto da sua maturidade, parecia entender da vida e suas misteriosas nuances.

Muito bem nascido, médico por privilégio, presenciou/observou um “pequeno desentendimento” entre sua “atual firme” namorada e seu “ex” (êis... que língua maravilhosa). Ele também, possuidor de uma “ex” (êis... novamente, que língua maravilhosa), aparentemente lhe conferindo autoridade sobre a natureza humana, assim reagiu com uma tentativa de explicação da moça:

- Desculpe! Foi constrangedor, não foi? Não queria que você visse isso! Desculpe o embaraço.

- Olha... Não concordo com você! Se eu discutisse assim com minha ex-mulher, asseguro a você que ela não seria minha “ex”. Acho que a gente se separou exatamente porque não brigávamos mais assim!

Além de mim, faço uma pergunta pro médico discordante, apaziguador e sábio: Discordar de alguém indica que ainda existe alguma coisa boa ou que chegou a “hora da zona morta”?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A volta do Interferência

Sorte no jogo e... azar no amor! Melhor assim!

A foto acima (Laércio e eu) foi tirada na comemoração de 2 anos de programa. Estamos indo pro terceiro ano!

Dia 15 de fevereiro está marcada nossa volta pra telinha!

Informação, música, cinema, comportamento, polêmicas, opinião! Tudo isso continua fazendo parte dessa terceira temporada do Programa Interferência!

Já abasteci meu quarto de músicas, vídeos e filmes novos! Claro que "garota eu te falei/a vida é nada fácil/eu não quero dizer isso mas o mundo é maior que teu quarto", e por isso, vou dividir cada coisa com vocês!

Aguardem! Prometo que será bem divertido!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A cueca e o (possível?) crime perfeito

Todo homem é meio desajeitado pra fazer compras. Sejam elas quais forem. Tipo: presente pro broto; camisa pro pai; sapato pra mãe; tecido (ou veneno disfarçado de torta de morango) pra sogra; etc etc etc.

Traduzindo: inabilidade natural – apesar de uma estranha atração que possuo por supermercado, tenho que reconhecer isso! Acho que por causa do aroma de romance residual que fica espalhado desapercebidamente entre os corredores, nas seções de biscoito, verduras, papel higiênico, frios e enlatados!

Mas tem as fáceis de fazer. Exemplo? Compra cueca!

Agora responda: quantas vezes algum homem que você conhece sai pra comprar cuecas?

Na verdade, pros homens e sua relação com a cueca, basta que ela esteja limpa! E olha que nem sempre são os mesmos que as lavam! Isso nem sequer chega a ser um ritual pros homens. Acontece por acidente! Tá lá na loja - geralmente acompanhando alguém - aí lembra que tem que comprar roupa íntima! Cê sabe que é assim!

Pode perceber. Os solteiros são abastecidos pela mãe, tias ou namorada e os casados pelas esposas!

Atentai bem moças! O que eu quero dizer é que - e essa eu aprendi com sua própria raça - quando um homem, por livre e espontânea vontade, sai pra comprar cuecas, acura-te!

Interesse de “cueca” que mistura independência consumista solitária demonstra aquela vaidade masculina incomum que busca a “boa apresentação”! Gaiola nova pruma nova aventura do Piu-Piu!

Apesar do cheiro novo da roupa íntima masculina, “há algo de podre no reino da “Dinamarca”... hehehehe

Dica diametralmente oposta: se você sai “no osso” e de repente alguém sugere má intenção, use sempre a desculpa da pressa ou que elas estavam todas sujas!

ps: o grau de culpabilidade e ameaça vem estampado na marca da cueca - zorba e pool (pouquíssimo e passageiro perigo)/ adidas, lupo, duloren (é bom ter cuidado)/ Calvin Klein (iiiiihh... fudeu!)/ qualquer marca que apareça no meio das compras de qualquer tipo (ele é inocente)/ Red nose e Bad boy (deve tá pegando um lixo! não se preocupe.)

sábado, 29 de janeiro de 2011

A criança em você e o adulto em mim ou... a criança nossa de cada dia

Criança é naturalmente criativa. Em sua insondável mente, junta retalhos de fantasia e realidade para ser e existir! Não sabe lá muito bem qual é o limite entre o que se pode ou deve dizer! Mas quem disse que isso é ruim?

Não é à toa que dizem que elas são angelicalmente indiscretas e dolorosamente sinceras!

5 e alguma coisa da tarde... voltando da casa do Carlim de fuskete, sentido leste/centro, no último semáforo da Frei Serafim, Enzo começa a usar a imaginação:

- Piloto se preparando para prova (começa a massagear meus ombros como o treinador que acalma antes da prova). Vamos arrasar!

Parando do lado de um carro guiado por uma mulher, sinal abre e Enzo narrando, emenda: “Deixando uma “mocréia” para trás...”

- Eeeeenzooo... que é isso?

- Tá bom, tá bom... A senhoooooora fica pra trás...

Claro que eu morri de rir por dentro! A mulher era horrorosa mesmo... daquelas que o marido deve chamar a cama que divide com ela de “câmara de tortura”. Mas ainda assim, não se cria ou se permite uma criança com tanta sinceridade assim porque senão ela mata o adulto de vergonha alheia!

Mesmo dia, mais tarde. Pedi pra que assistíssemos a um programa chamado “Kalor na Noite”, exibido pelo Meio Norte! Claro que não é o tipo de programa que ele prefere. Ainda assim, compreensivo, não recusou!

A reportagem seria sobre um passeio pelo percurso mais longo feito por uma linha de ônibus na cidade. Reagi ao repórter quando disse que iria acompanhar toda rota por todas as zonas da capital: Norte, sul, leste e... OESTE?

Enzo perguntou por que tinha reagido assim e expliquei que não temos zona oeste, e que ela corresponderia ao Rio Parnaíba e/ou a cidade de Timon (por onde o “Rodoviária Circular” nunca passou). Fora isso a matéria foi uma besteira tão longa quanto o percurso! Doloroso!

Num outro quadro do programa – Loucos por carro – Enzo nem precisou de qualquer auxílio meu!

O carro apresentado era um BMW, que numa jogada até bacana (senão fosse pela falta de empatia, talento, carisma, etc, etc, etc, dos protagonistas) foi entregue ao novo proprietário dentro da própria matéria, que sem muita ginga, falou pouco fazendo o repórter seguir com o famoso “está sem palavras” e continuar com “ele só consegue dizer TRÊS PALAVRAS: B... M... W...”

Enzo olha pra mim com ar de “que diacho é isso?”: “Não seria 3 LETRAS?”

Findo programa, repassa as observações sobre o “Kalor na noite” e nos preparando para assistir o “calça quadrada” e Megamente, com uma doce e inocente ironia finaliza:

- Esse programa devia se chamar “Terror na noite”!

Ri muito...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

alimente seus impulsos cognitivos


Mesmo tendo dedicado inteiramente o fim de semana aos zumbis, vi dois filmes de gênero distinto que valem cada minuto de suas durações.

“Cisne Negro” e o documentário “Alô Alô Teresinha”!

O novo de Darren Aronofsky segue sua linha anticonvencional e é um tratado sobre os limites da obsessão. O filme é festejado por seu possível papel na festa do Oscar, mas preferi assisti-lo sem sequer saber do que se tratava – insisto em me permitir essas raras surpresas - com exceção do fato de se tratar da história de uma bailarina e o “lago do cisne” (daí o título!)!

O filme possui uma direção brilhante (a forma como ele conta a história e mistura a “realidade” do filme e a ficção da obra encenada pela personagem), segura e sensível. Parabéns pra obra!

O doc. “Alô Alô Teresinha”, teoricamente sobre Abelardo Barbosa o “Chacrinha”, engana e é muito mais sobre as “Chacretes” (personagens tão, e às vezes, mais interessantes que o “velho guerreiro”) e apresenta declarações polêmicas sobre a vida “prostituta” das mesmas. Surpreendente! Mulheres belíssimas, mas seduzidas pelas facilidades da beleza e enganadas pela força do tempo!

O que dizer de um ex-calouro – e que passou boa parte da vida sinceramente frustado e amargurado por levar uma “buzinada”, rebatizado por todos de Almir "FonFon" - chamar na lata e cheio de revolta, Roberto Carlos de “um bosta”?
Meio bizarro é também ver cantores pagando mico, cantando à "capela" sucessos que embalaram a época. Ridículo! Me lembrou Borat!
O final, a "Índia Potira" completamente nua no meio do dia e de sua cidade na fonte de água. Junto com isso, o triste olhar lacrimoso do palhaço "Russo" e sua subida na ladeira, que contrapõe todo sucesso que um dia todos - chacretes e ele mesmo - gozaram, ao mesmo tempo que simboliza o efêmero momento dos "olhares" da mídia, que se não bem aproveitados, tornam-se o maior conflito existencial do artista.

Pra dizer o mínimo: obrigatoriamente melancólico!

domingo, 23 de janeiro de 2011

"gosto do jeitinho dela"

Isabela Boscov. Gosto muito dela. Amor platônico não-sexual!

Não tenho pudor em ascendê-la a círculos especiais de sincera consideração e respeito. Gosto de sua forma, de sua luz e de sua voz. Titular do semanário Veja, transforma suas críticas e comentários em verdadeiras poesias descritivas. Possui uma singeleza que mistura a erudição no tom certo e o burlesco sem escárnio desmedido. Uma dama da escrita quando a matéria é cinema! A inteligência dela me deixa de pau duro mesmo!

Anseio por sua maneira de desfilar as palavras!

Por coincidência, ela fala sobre “Amor e outras drogas”. Estréia prevista para próxima sexta no Brasil.

Quando vi no subtítulo da matéria “não dá liga”, me deu um medinho. Primeiro da discordância que parecia se instalar entre eu e ela, e por ter escrito – sem muita profundidade – sobre o filme.

Parti para o texto como se parte para guerra com menor contingente (o medo natural) e pouca munição (não ter oportunizado meus raciocínios). Ela descreve com competência os personagens - ambos entusiastas do sexo casual, tendo como lema aproveitar o máximo o presente e não se apaixonar, mas que o terminam por fazer.

Ela vai além, e claro, sem entregar nenhuma informação que possa estragar qualquer surpresa do filme, confirma a paixão dos dois e suas relações com a difícil questão de contemplar, ou não, um futuro a dois.

No fim, apesar do “não dá liga” e da insistência de separar o filme em dois – sendo um o “amor” e o outro “outras drogas” – demonstrando falta de coesão do diretor através de análises mais técnicas, ela em nenhum momento subtrai as qualidades de um filme de romance, principalmente em tempos de carência de boas histórias de amor.

Aliviado e feliz, de alguma forma, como naquelas improváveis histórias de amor, fiz par com ela ao destacar no final do meu texto uma cena específica – a nudez “deliciosamente vulgar” - e que como sendo mais bem paga do que eu pra isso, descreve com um tanto a mais de propriedade: cenas francas de sexo entre o par, opção bem-vinda num gênero que tende a idealizá-las.

Nos intoxicamos... Eu e Boscov... Com outras drogas alucinógenas que nos fez encontrar em qualquer dimensão cinematográfica do amor!

E... Cá entre nós... Sabemos que o amor é uma droga, né?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

um pequeno bom filme de romance

Imagino que esse deva ser o cartaz para cinema!

Explico a confusão. Não consegui encontrar informações coerrentes sobre o mesmo - se é de 2010 ou 2011, sendo que em alguns lugares vi que estreou poucas semanas atrás nos "gringos" conflitando com esse cartaz "nacional" de "um pequeno filme de romance sem grande repercussão", que seguindo a lógica do mercado interno, só poderia existir depois de pelo menos 6 meses de sua estréia por lá!

Filme "bonitinho", mas acima da média - fez minha madrugada mais feliz - sobre um moço galã que conhece a menina que também não quer compromisso, e ambos ficam presos na "têia do destino" como diria "Vincentão"! Ela tem Parkinson, mas isso n transforma o filme em melodrama e até acentua uma certa relevância à história!

Tentei procurar um link pra vcs, mas imaginem que todos q encontrei já estavam "desativados". Claro que enquanto escrevo aqui isso pode mudar. Cê sabe como é a internet e os loucos que habitam aqui, né?

Eu mesmo consegui uma cópia nota 8 (som e imagem) e além do mais, pus meu "ingrês" pra funcionar pq n existe legenda para ele em lugar nenhum.

Pra vc que gosta de filme romântico, n deixe passar!
Prometo que quando houver um link (seja ele em q qualidade for), disponibilizo aqui!

Destaque: imagine uma moça te acordar 2 da manhã batendo na sua porta, somente pedir desculpas e licença ao mesmo tempo, entrar na sua casa e sem falar mais nada virar pra você e tirar o casaco ( a única coisa que lhe cobria)!

A cena mais deliciosamente vulgar que uma mulher pode cometer!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A escova de dente e meu disco do Chicago

Eles foram comprar um disco! Récem-namorados! Pra ele era hora de mudar e (re) começar, receitando muita atenção e carinho pro novo relacionamento. O quê melhor do que consagrar a trilha sonora deles?

Era um programa normal e comum para ele. Adorava música. Ela, pela primeira vez estava experimentando ir procurar algo que não fosse: Lady Gaga, coletânea do ABBA, Cazuza, Legião Urbana (prum amigo gay qualquer), José Augusto ou Fábio Jr (pra mãe), Fernanda Takai, Maria Gadú ou aqueles discos horríveis do Emmerson Nogueira (com 2 “emes”... nossa mãe!!!!).

Ele queria comprar o novo do Robert Pollard do Guided by voices. Entraram na loja e ele reconheceu numa das vendedoras um sensível potencial para definir rapidamente a busca!

- Oi. Você tem um disco chamado “Space city kicks”. O cara chama-se Robert Pollard.

- Huuuummm... Não sei te dizer. Peraí.

Conforme manda a regra, pede ajuda ao estoque armazenado no computador. Segue.

– Não tem não.

Ele bem que podia ter agradecido e ido em direção à próxima loja. Vira pra novíssima namorada e pra demonstrar milimétrica importância, pergunta se ela acha que pode encontrar algo que goste ali.

- Vi o She & Him novo, mas já baixei! Podia ser a Duffy! Na verdade não sei o que poderia ser bom.

Na segunda oportunidade do final feliz, ele agradece a atendente e displicentemente diz ao sair:

- Acho que a gente se conhece, né?

Tarde demais. Ao invés de ouvir um convencional “sim, estudamos juntos” ou “você mora perto da casa da minha tia”, na envergadura da virada triunfal de saída dele, nessa hora brutalmente interrompida, ele ouve:

- Fazíamos coral juntos!

E como se ele houvesse entregado a chave de sua própria casa pra ela livremente entrar, ela dispara:

- Você lembra o que você fazia naquela época? Você escovava os dentes com a minha escova depois do lanche!

- Noooossa. Num lembrava disso. Disse ele.

Ele percebe sutilmente que a recém escolhida rapidamente tencionou todo corpo e deu uma leve distanciada como se quisesse ser a mais educada possível. Claro, que não ficou fora do alcance audível da pequena conversa que seguiu.

- Pois é. Incrível você não lembrar isso!

- Eeeehhh... Você tinha uma irmã gêmea, não é?

- Não! Muito parecida. Mas não somos gêmeas!

Na tentativa de justificar o fato do compartilhamento bucal, ele tentando salvar-se ao mesmo tempo que diminuir o constrangimento, continua:

- Namorei sua irmã, não foi?

O que é eu que esse idiota tinha que perguntar – e piorar – essa situação e fazer uma pergunta estúpida dessa se a atendente estava afirmando que era DELA a escova compartilhada? De onde ele tirou essa idéia maluca de perguntar se ele tinha namorado a IRMÃ dela?

- Não. Não foi ela!... Fomos todas nós!

No final ele comprou uma coletânea do Chicago pra ouvir “IF you leave me now”, mas antes, ouviu a última palavra do ex-próximo amor possível, assim, bem baixinho no ouvido, antes dela sair pela porta: “cretino”.

domingo, 16 de janeiro de 2011

biiiiip... você tem... 1 mensagem

A noite de sábado me deixou contente e não foi somente pela boa presença de público – em grande número e qualidade – o repertório tocado e ouvido ou ter dividido o palco com pessoas que respeito e tenho consideração.

O que realmente me deixou deveras surpreso foi a quantidade de pessoas que me lêem aqui e que sinceramente eu não tinha a menor idéia!

Se você está disposto a ter um espaço para voz e idéia, escrever alguma coisa, sei lá, claro que você gostaria de ser ouvido, mas não foi esse o principal intuito. Sabedoria não é só acumulo de conhecimento, é compartilhar. O que eu queria era criar um local sem muitas pretensões para escrever e me divertir com poucas pessoas que perto ou muito perto, circulam próximas a mim.

Mas que grata surpresa saber que pessoas que eu nunca imaginaria, visitam, gostam, se divertem e aprendem aqui nesse local!

Tive a oportunidade de ouvir declarações do tipo: “conheci tal banda por sua causa”; “entendo seu desabafo quando fala de algumas coisas”; “rio muuuuito de você e seus textos”; “aquelas coisas são de verdade ou você inventa?”; “de onde você tira aquelas idéias?”; “vi um filme bem legal por sua causa”.

Nada me surpreendeu mais do que ouvir tudo isso!

Quero agradecer de verdade a todos que eu não sabia que me conheciam por aqui, que me visitam sem que eu saiba! Espero que por esse espaço em comum possamos de alguma forma estabelecer algum contato como os que me foram manifestados. Manifestações leves e suaves, bem humoradas, de certa admiração e gratidão.

Obrigado e que minha parte mais carinhosa pertença a vocês daqui em diante!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Roupa pra sair

Se isso são horas pra imaginação?

As pessoas dizem sem perceber (hahahahahahaha), as coisas acontecem sem que se veja (auauueueueueu) e poucos percebem mais do que as palavras e ações que foram usadas!

Senta que lá vem a história!

Era um bar bacana.... Ele também era... Ela, ele não sabia se era, mas estava lá.

Se aproximam de forma inusitada – parada na fila do banheiro, ele abandona repentinamente uma discussão com os amigos sobre como dois completos desconhecidos podem se apaixonar em 24 horas, sendo que ela (os desconhecidos da discussão) vai abandonar o noivo e não quer voltar pra casa, e ele, aliviar a dor de ser pai de um filho que a mãe disse que é dele, mas que não quer que ele seja o pai porque vai casar com outro. cont. Diz a ela que não acha que aquilo é simples coincidência, que a conhece não sabe de onde, e continua tentando, pouco satisfeito com a incrédula desarmonia que normalmente acontece quando se confessa algo incontrolável e sincero.

Oferece a ela um amarrador de cabelo que ele carrega no pulso, lembrança de tempos dolorosos e da época que ele usava megahair, como prova de sinceridade (apesar dela não ter a menor idéia do valor disso!).

Ele(s) consegue (m)...

Ficam o resto da noite juntos... a noite acaba...

Ela diz: “Pra onde vamos agora?”

Ele: “Na verdade não sei! Acho que não tem mais nada pra fazer na cidade.”

Ela: “Sua casa?”

Ele (com um pouco de medo, querendo ser espirituoso e ao mesmo tempo romântico ao seu jeito): “Acho que não! Eu teria que pedir pra sua mãe que você não voltasse. Te enfiaria na meu quarto e você só sairia pelo menos depois de dois dias”

Ela (brincando, mas falando muito sério): “Você pode ligar pra ela! MAS TEM QUE SER NO HORÁRIO COMERCIAL!”

Moral da história: É assim como elas realmente se vestem para ir ao bar!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Santa dicotomia transitória repulsora, Batman!

Num processo de autoconhecimento e amadurecimento (sem volta!), fui paulatinamente me apaixonando cada vez mais pelos novos rumos artísticos que os Radiofônicos tomaram.

Pouco ou quase nada sinto em subir no palco sem a chance de mostrar nossas músicas. Claro que a música é um caminho de novos romances e ex-amores o tempo inteiro (conhece coisas novas e se apaixona esquecendo as antigas, mas aí de repente como um sacar de revolver, volta correndo praquelas coisas que ficaram intocadas por anos), caprichos e recaídas.

Fora o fato de que, sinceramente, encontro poucas coisas que mereçam minha audiência!

Em suma... Gosto de tocar nossas músicas, sinto um tesão louco por elas e nem uma ardilosa sedução de bons covers consegue mudar isso!

Hora da confissão: quero muito tocar uma bela e simples canção de outrem que ouvi... chama-se “nunca mais voltar” (TNT)... Ao ouvir a música, Robin reage: Santo oximoro, Batman!

Quinta Autoral no Planeta Diário (13.01)

responda com sinceridade e exatidão: a música autoral dos nossos artistas, recebem o devido respeito e atenção?
Agradeço sempre as oportunidades que recebo, sem muita reclamação. pergunto muito e talvez um dia mereça resposta: por que não existe um dia (autoral... hahaha) na semana que tenha mais pessoas para ouvirem minhas pobres canções de amor e bagunça mental?

Por sorte temos muito amor por tudo que se relaciona a música.
fotos: da afetuosa e competente Natália Hisse


o passado pode te condenar... mas nem a maior adversidade pode te parar!!!! hahahaha


Você sabe que existem pessoas bastante especiais. Também sabe que a definição de "especial" requer uma certa acuidade analítica de casos e casos.

Explico o caso desse garoto que lhes aparece! (ponto pros bacanas que reconheceram antes de terminar minhas palavras)

Determinado, apareceu no surreal "o retorno dos tomates assassinos" - aaaahhh o cinema e suas dimensões artísticas.

Construiu uma carreira sólida e com muita coragem soube navegar entre sucessos do cinemão pipoca e guaraná jesus: "O pacificador", "Onze homens e um segredo", "Batman e Robin", e em obras mais autorais e corajosas: "Boa noite, boa sorte", "Queime depois de ler", "O americano" (o mais recente) e o perfeito exemplo do bom cinema "Conduta de risco", que pude desfrutar num confortável e quase deserto Cine Delta em Parnaíba!

Exemplo de artista bem sucedido, inteligência rara e viva no meio de hollywood esse é George Clooney, só pra você começar a entender que você tem que acreditar em você, mesmo que as adversidades sejam maiores que a natureza possa suportar!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Meu nome é Henrique... "certo sim seu errado"

Todo mundo sabe que internet é “terra de ninguém”. Os analfabetos funcionais fazem dela sua moradia disparando mísseis desgovernados e com grande poder de destruição, o caráter falho se nomeia e mascara-se, especialistas meia-boca opinam e espalham contra-informação, o feio magicamente torna-se esplendoroso, a hiena se torna um coala e outros acidentes que sabemos eu e você.

Óbvio que também podemos alcançar pessoas que nos são caras, pesquisar, debater, divulgar, conhecer lugares e coisas que nem imaginaríamos ver ou ouvir, falar em tempo real com amigos, namorada (s) – ups... acho que eu tinha que colocar (o) - parentes e possíveis e passíveis amores.

Infelizmente a capacidade do “mal” ainda insurge contra o bom uso dessa tecnologia.

Bem, tudo isso pra falar de algo que me caiu no colo, e que me deixou bem confuso... e... seguro! Como vocês verão, palavras que de alguma forma fizeram sentido nessa errática jornada humana (e a que eu posso alcançar) continuam a confundir mais do que explicar.

ADENDO: Sabe-se que na web, muitas vezes, notícias, textos e criações são atribuídos a pessoas que nem sequer conceberam qualquer idéia parecida. No caso que segue, os textos – apesar de certa desconfiança pessoal – são atribuídos a Luiz Fernando Veríssimo, e que, apesar de não ter certeza de sua legitimidade, senti uma boa dose de identificação e enxerguei, como disse, verdades que confundem e esclarecem.

TEXTO 1
Pensando bem em tudo o que a gente vê e vivencia e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa que se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada. Porque a pessoa certa faz tudo certinho!

... Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor... A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é pra na hora que vocês se encontrarema entrega ser muito mais verdadeira.

A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.

Essa pessoa vai tirar seu sono. Essa pessoa talvez te magoe... Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.

A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa. Nada aqui é certo!

TEXTO 2
Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido. Mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...Te chama de nomes que eu não escreveria... Não te vira com delicadeza... Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar.

Dar sem querer casar.... Sem querer apresentar pra mãe... Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.

Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral... Te amolece o gingado...Te molha o instinto. Dar porque a vida é estressante e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.

Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para os mais desavisados, talvez anos.

Henrique: - Entra a suposta realidade! A que insiste em me confundir!

Mas dar é dar demais e ficar vazio. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:"Que que cê acha amor?".

É não ter companhia garantida para viajar. É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia. Dar é não querer dormir encaixadinho... É não ter alguém para ouvir seus dengos... Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.

Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor. Esse sim é o maior tesão.

Concordem que são supostos textos do mesmo autor, falam de amor, mas extraordinariamente opostos!

Aí veio a dúvida. Quem é quem? O quê é o quê? Quem é o cara errado e quem é o cara certo? O cara errado é o que te faz “dar”? O cara certo é o que te faz companhia, atende telefonemas, dorme encaixadinho? Afinal o que querem as mulheres?

O cara errado é o certo realmente ou o cara certo é simplesmente o errado? Ou... o cara certo é certo porque é o errado ou o errado é errado porque ele é o certo? Nessa confusão de certos e errados o que dizer sobre o cara certo? Que ele é o que vai te fazer companhia pra viajar, ser apresentado pra sua mãe ou telefonar com as boas novas, mas não vai te fazer “dar”?

Nesse momento não evito o peso do julgamento, mas insisto em me declarar ausente de qualquer tipologia machista, chauvinista, arrogante ou anticavalheira, e digo: não sei pra você amigo macho, mas quem dá pra mim sente muito do que foi descrito e sim, além disso, escuta coisas carinhosas no ouvido (até as que só querem dar!), além das músicas que chamo de “obras-primas escritas pra nós” e que servirão pra lembrar um do outro quando estivermos fazendo viagens em direções opostas.

Pode até não ter a chance de me apresentar pra sua mãe, mas seguirá tendo a certeza que se isso um dia fosse possível, sua mãe saberia como posso ser amoroso, nos divertiríamos bastante juntos comendo pizza, faria shows de rock na casa dela nas datas comemorativas, saberia que teria alguém com quem pudesse contar de verdade e me amaria como um filho.

Poderia até nem dormir encaixadinho, mas simplesmente porque algumas pessoas não gostam de ter seu “ar” roubado durante o sono, mas receberia sistematicamente abraços durante todas as noites que estivéssemos juntos, e poderia ficar mais feliz com meus distúrbios do sono como a “síndrome da mão sonâmbula” ou do repentino “surto do espírito-que-bulina-dormindo”, também conhecido como “a moça que dá dormindo” ou ainda “a moça que ri”!

Acredite que isso talvez seja bem melhor e divertido do que se “encaixar”! Pelo menos o sorriso estampado de felicidade do dia seguinte – sintoma máximo da “moça que ri” - sempre me fez perceber assim e “encaixa” muito bem num rosto apaixonado!

Não quero aqui fazer apologia à aventura fácil concordando que o errado é o novo “ser” ou fazer entender que a normalidade da rotina não deve ser bem-vinda, ou mesmo expor o mundo ao vírus do erro, porque ser errado tem uma medida. Como aquela indetectável fronteira entre amor e ódio – só se odeia quem um dia amou.

Sei que pode ser doloroso e dolorido (ou doido e doído) ser o cara “errado”. Que se corre o risco das lágrimas de tristeza transbordarem com amarga abundância, mas sigo convicto que também é uma espécie de terremoto, que assim como põe as placas seguras na terra, coloca os ossos firmes.

A duras penas, concordo que em ser “errado”, se arrisca a ouvir impropérios desastrosamente mal colocados, que não só machucam, mas também cortam fundo a carne imaterial do amor e da alma, transforma a solidez na solidão e põe fim na melhor e mais importante história de amor de uma vida!

Mas, moça (s), se o cara errado é o certo, e eu sei disso, saiba que você tem a linha que costura a alma! Que nenhuma angústia nunca foi e nem é permanente! Que quando você pensa que é tarde demais, o errado existe pra mostrar o quanto você estava errada quando não acreditou que o fracasso podia dar certo!

Ser o “errado certo” é o maior dom pra fazer com que você nunca se importe com a distância ou com infelicidade, falta de telefonemas ou com a pequena quantidade de “eu te amo”, compensadas com as de “conte comigo” - porque são essas palavras que importam no final.


Nunca esqueça que o amor é cheio de erros!

Momentos de provação podem ser constantes, mas os de alegria sempre serão mais fortes e vibrantes! Acredito piamente nisso, porque esse sou eu! E eu me conheço! Ninguém nunca me convencerá do contrário!!!!!!!

O erro disfarça, mas não engana;
O erro envenena e fere, mas nunca mata;
O erro dói, mas é o inicio do alívio;
O erro é um punhal afiado, mas faca cega no coração de quem erra;
O erro não tem justificativas, mas abona o aprendizado;
O erro faz chorar, mas lança o dia do riso;
O erro é um risco suicida de quem um dia acerta, morre e nasce de novo;
O erro pode ser covarde, mas não tem medo de recomeçar;

O erro humilha e afasta para depois aproximar com altivez;
O erro é cego, mas sempre faz enxergar melhor;

O erro é um animal irracional, mas me faz humano;
O erro também pode ser imperdoável, mas não o acorrente;
E se nada disso convencer que um erro pode ser perdoado... só vá para onde ele não o atinja.

Certo de que posso estar errado, esse sempre vai ser meu maior acerto! O meu melhor erro e o que eu nunca poderia ter dito melhor!

Henrique

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Música


a sonoridade é “setentona”, e por isso mesmo, indicado pra quem gosta de bandas como Cheap Trick, Badfinger, Jackie Lomax e Liverpool Express
uma das canções – Let me in - me lembrou os bons tempos do Badfinger. só por ela já vale a pena
esses são arquivos musicais raros, transcritos do vinil de cara espanhol e direcionados para um de meus contatos da web que mora nos EUA e que publica bandas desse estilo. Agora redireciono à vcs. Aproveitem!
ao “dezipar” utilize a senha “password”

"ela veio através da janela do banheiro desejando que você estivesse aqui"


boa música de músico e escritor

você conhece Ben Folds? pois devia! eu sim! conheci através de um disco muito bom chamado "Whatever and ever amen" (97) - "Kate" é minha favorita!

esse novo disco foi uma junção dos traços narrativos de Nick Hornby (alta fidelidade, um grande garoto, como ser legal) e as harmonias de Ben Folds

muito agradável de ouvir, mas se você dominar o idioma inglês a diversão será melhor (confesso que é idiotice ouvir e não saber o que se diz)

destaque para "Belinda", uma história de amor tão viva quanto uma pessoa de verdade

link http://hotfile.com/dl/87016987/f43e6fa/www.NewAlbumReleases.net_Ben_Folds_And_Nick_Hornby_-_Lonely_Avenue_(2010).rar.html

divirta-se com pizza e sorvete

uma história de menino

Era um lugar distante e sem nome e a enfermeira gritou: “menino homem!”. Ser chamado dessa forma, decididamente fez toda a diferença depois.

Difícil decifrar como as coisas eram naquela época e lugar, muito menos como ele enxergava ao seu redor. Parte pelo fato de que o tempo apressou-se em mudar muito do que era, parte pela velocidade que o guiava e que mudava constantemente. Mas pode-se dizer que a tranqüilidade era perene e que a despeito das (caricatas) brigas de vizinhos, brincadeiras coletivas, traquinagens de rua, idas e vindas na quitanda, brigas por afirmação e inocentes troca de beijos com as meninas, eles não estavam deslocados do mundo civilizado e moderno.

Pro menino, antes mesmo de saber alguma coisa, modernidade era ler “Salaminho e Mortadelo”, ver de longe “Space Invaders” e perceber sem conhecimento de causa uma estranha sexualidade na “Dança dos vampiros”.

Desde pequeno sempre deu trabalho aos pais. Perfeitos novos cristãos, apesar de não serem assíduos “dobradores de joelhos”, sabiam convocar toda a rigidez católica no dia-a-dia e refletir no comportamento da prole. Muito respeito pela organização hierárquica da família era a marca registrada da educação que recebeu. Isso fez com que ele aprendesse a ter medo de todo tipo de autoridade, pelo menos até algum tempo quando ele aprendeu que ele tinha aprendido errado!

Sempre observando sem entender muito bem, o menino achava curioso os outros mais velhos, porque via que alguns eram mais organizados e que facilmente guiavam o resto quando estavam juntos. Logo ele sentiu que essa era a primeira grande diferença entre as pessoas. Sentiu que essa diferença era estranhamente natural entre as pessoas e que por isso, ia muito além do lugar pequeno em que ele morava. Claro que não era fácil o convívio de um ainda menino menino no meio de meninos homens. Numa escala evolutiva desigual, quem você acha que apanha?

Decidiu então anotar as diferenças entre os dois tipos. Notou a postura confiante, destemida, a retidão dos olhos e o balé das mãos, o pronunciar das palavras, a intensidade da idéia, a sedução do movimento contra o desleixo corporal, a idéia trôpega, a fraqueza da disputa e o medo do confronto. Pronto. Ele sabia o que ele era e como ia ser dali em diante! O instinto o levou diretamente a teoria da seleção natural sem que ele percebesse.

Gostava de brincar com a literatura de Maria José Dupré e se referia à sua família dizendo “éramos seis”, exatamente porque o romance nada tinha de rebuscado e era somente a história de uma família em busca de felicidade, teto e o pão de cada dia! O fato de ser a história da Dona Lola e sua família foi algo que ao seu futuro, como normalmente acontece, não fora avisado!

Logo chegou o tempo da tal “socialização”. Ir à escola como qualquer garoto normal. Com algum esforço e principalmente com a fundamentação de que nada se ganha sem esforço e que a sabedoria é o único bem inexpugnável do indivíduo, o menino foi estudar num colégio nos moldes das mais rígidas academias militares, para tentar alcançar o perseguido sucesso individual: ser importante; ter dinheiro; merecer amigos ilustres e influentes; se vestir com adequação; entre outras regras do mundo convencional.

continua...

poesia da pequena cidade de gente grande


A cidade que eu morei
esquece tudo
que acontece no dia anterior
A cidade que você morava
lembra tudo
que acontece no dia anterior

2011...

Felicidade e boa ventura pra todos que amo de verdade... Sempre estarei aqui por vocês!

Como sou um cavalheiro justo e destemido... Foda-se todo o resto!
Amo todos que amo de verdade!
bjs... e volto logo!