quarta-feira, 15 de junho de 2011

A seguir...

"A verdadeira história do melhor amigo do homem"

Pensamento em sílabas - Vampiro, MacDonald e Prostitutas

O que pode ser pior? Criar coragem e desligar a luz e logo ser perseguido por uma horda horrorosa de vampiros e acordar de madrugada com vontade de MacDonald ou sonhar com uma ex e acordar do lado de uma prostituta?

hahahaha... não precisa responder... só pensei em sílabas...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

até logo, e muito obrigado pelas ameixas

"It's hard to say you love someone
It's hard to say you don't"...

sábado rocker

11.05 (sáb) iremos tocar no bar do Churú. repertório autoral, alguns covers bacanas!

vai ser um sábado de diversão totalmente descomprometida e com muitos goles de cerveja a mais...

foto: Natália Hisse

O início

ansioso pra chegar a hora do novo elemento da mitologia "planeta dos macacos"!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Buffalo 66 (1998)

Não lembro exatamente onde começou a expansão mental que me levou pelos caminhos mais diferentes e não-convencionais do cinema...

Mas lembro bem que esse foi um dos meus primeiros filmes "diferentes".

Vicente Gallo estrela e dirige esse filme sobre uma difícil história de amor! Sujo, revoltado e amoroso!

Trilha sonora com algumas bandas de rock que dificilmente seriam ouvidas em filmes sem a rudeza desse artista que é Vicent! Tem uma cena de dublagem musical com um jazz super melancólico e maravilhosamente romântico.

Daí ele foi pro mais louco e incompreensível ainda "Brown Bunny (2003)"- com a famosa e polêmica cena de fellatio - e mora hoje na "incompreensibilidade" que reside nos idiotas!

link: http://www.megaupload.com/?d=U3XCOZ53 (copie e cole)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Tim Kasher - Cold Love


olha que bacana e oportuno esse vídeo...

reparem na sacada "temporal" carimbada com rápidos "preto e branco" para explicar a trama!

aaahhh esse amor!!!!!!!!!!!!!

"músicas legais que ninguém conhece"

nossa próxima aventura musical será curiosa... "Pague 1 e leve 2"!

vamos fazer nosso show autoral (claro!) e depois vamos tocar músicas do cancioneiro roqueiro nacional, mas de bandas que a maioria nunca nem ouviu falar...

Reino Fungi, Graforréia Xilarmônica, Moptop, Volver, Flutuantes, Do Amor, Garotas Suecas, TNT, Cascavelletes, Frank Jorge e outros!

Ainda não temos banda convidada! Comentem quem vcs achariam bacana fazer a abertura do show!

foto: Natália Hisse

telepatia marciana

Enquanto escrevia o texto "homens de marte" recebi um e-m muito especial.

Parece ter sido uma resposta inconsciente assim como são as coisas do amor! Fringe...

Compartilho então o que acho pequenas respostas pra eventuais perguntas!

"Eu não tenho o menor saco pra bajulação. Papo sério. Se tem uma coisa que eu acho chata e difícil de lidar é com caras que metem na cabeça que eu sou uma pessoa maravilhosa, que estão apaixonados por mim e que querem ter qualquer coisa comigo. Eu me sinto lisonjeada, claro, mas não sei o que fazer com as ligações, com os convites, com as declarações. Fico sem jeito, acho injusto não gostar de quem gosta de mim. Eu fico numa agonia louca. E geralmente eu dou com a lingua nos dentes e sou até meio grossa. Não dá. Não consigo me forçar a ter casinho com quem não me desperta interesse. Sou muito de pele. Tão ucraniana quanto Clarice, toca ou não toca. Não sei tirar proveito de caras que estão interessados em mim. E olha, tá assim de mulher fazendo isso no mundo. Sério. Por conveniência, por ter alguém pra jantar, pra ir no cinema, pra não parecer sozinha. Eu não to nem aí se acham que eu to sozinha e ninguém me quer. Não to nem aí se eu não for a pessoa mais cheia de admiradores do mundo. Principalmente se quem me admira mal me conhece.

Só que de vez em quando um cara muito bacana aparece. Liga, manda mensagem, diz que quer sair comigo. Um cara educado, gentil, que quer me conhecer melhor. Aquele cara geralmente tá na lista B, uma lista de homens que eu admiro, que eu acho bacanas, mas que eu não me envolveira. Loucura? Sinceridade. Aí lá vou eu. Dou uma chance.

Saimos, conversamos e o cara é incrivel mesmo. O cara é o que todas as mulheres desejariam pro resto da vida. Atencioso, lê o que eu escrevo, inteligente, interessante. E entre um zilhão de caipifrutas de todos os sabores da galáxia ele me rouba um beijo. E eu não tenho um arrepio sequer. É péssimo. É triste. É horrendo. É horripilante.

Porque eu tolero um monte de coisa.Tolero uns assuntinhos bestas, tolero um pouquinho de falta de educação. Tolero um pouquinho de machismo. Mas a falta de arrepio, a falta de química é intolerável. Meu corpo então rejeita. E eu vou pra casa me sentindo a pior das criaturas humanas.

Vou pra casa e ainda meio embriagada de vodka sinto vontade de ligar pro cafajeste que não vale um vintenzinho. E ligo. E xingo. Ele provavelmente fica sem entender nada, mas ainda assim ri. Ele sabe o que provoca, sabe do que é capaz. Sabe que nem toda a filosofia, todo o conhecimento politico do universo, nem toda a educação, nem todo o bom gosto musical, conseguem desativar do meu cérebro o interesse e a atração física maluca que sinto por ele.

E eu fico louca de ódio. E eu fico com uma raiva tremenda. Por que será que esse negócio de pele mexe tanto com a gente? Vamos ser racionais? Vamos? Mentirinha. Em se tratando disso, se for racional demais estraga. Se pensar demais, analisar demais, vai pro buraco. Dá bode.

Mas que eu tenho vontade de arrastar o cara da lista B pra lista A, eu tenho!"


Adorei receber seu manuscrito, darling... o barman teve que me acompanhar até a porta e eu dormi no chão!!!! bjs

carta de marte

homens de marte











É sempre importante falar de amor! Senti-lo, muito mais.

De mais perto até ouço que no mais alucinado e irreverente recado ou adocicado texto que escrevo sempre está ali, mesmo que escondido, o amor!

Aproveito a chance de confessar (mais uma vez) que atos involuntários têm muito a ver com músculos involuntários correlacionados... Entendem, né?

Vai ao ar no “Interferência” dessa semana uma matéria que julguei ser oportuna visto o nosso dia de São Valentim que se aproxima!

Confrontei três casais de idades, modos e maneiras diferentes pra falar sobre seus diferentes pontos de vista sobre sentimentos e sensações! Claro que mesmo uma iniciativa como essa não dará respostas convenientes quando uma das primeiras e fundamentais lições que aprendi (e que aconselho a todos!) é que não dá pra medir ou decifrar instintos.

Digamos que por meio de um “dom” especial, posso afirmar isso! Um exercício de lógica dentro da coisa mais ilógica que existe.

Ademais, sobre o amor, é bom compreender que ele é puro instinto!

Foi fácil observar que encontrei seis pessoas com aptidão pra isso: compromisso!

Mas aí você já deve estar se perguntando: “ora bolas, mas todos não somos assim?”. E é claro que somos, mas o problema é COMO se dá o processo, e isso ninguém liga muito ou dá devida importância! Daí às lágrimas, decepção, negação, revolta e destruição o caminho se aproxima!

Alguém já se perguntou por que o final nunca é bom? A gente simplesmente só tem a certeza (inexata) que acabou porque não estava legal e mesmo num esforço pra digerir não tenta analisar! Prevalece a incomunicabilidade!

Claro que alguma coisa não foi bem, mas acho que é exatamente porque ninguém dá muita bola e não analisa o percurso que levou até o fim, que tudo degenera irremediavelmente!

Sem querer simplificar ou tirar a gravidade disso, a gente naturalmente fica puto por ter sido enganado, sacaneado, contrariado. Na tentativa de se proteger, diz pra si que tudo isso é normal, que acontece com qualquer pessoa e vai embora tentar ser feliz. Algumas vezes até tentando se esquivar do início da aptidão citada acima que naturalmente todos temos.

O processo reinicia e até funciona, quando de repente se encontra acidentalmente uma foto dentro de um livro que decidiu reler e vislumbra o que nas revistas em quadrinhos chamam de “what if?”.

Equação complicada: dúvidas + orgulho + medo x possibilidades – coragem + cotidiano.

Claro que ela não tem solução e que se for pra seguir em frente realmente, você não pode ler quadrinhos!

Todo mundo fala de quão desconhecido e misterioso é o amor, e ele pode até ser, mas a estrada até ele é que talvez não seja. Concordo que possui armadilhas, mas nada de misterioso reside nela!

“Como eu teria me saído dessa ou daquela forma?”. “Como teria sido minha vida se eu tivesse tomado aquele ou esse caminho?”. Perguntas que num certo grau são compreensíveis, porém com um pouco mais de atenção, são perceptivelmente covardes e que estimulam esse lance “além da imaginação” no amor! Puro mistério de novela do SBT.

Pare pra pensar que são mínimas as chances de você sentir o que se segue por qualquer pessoa ou por todo mundo: seu coração bater forte quando pensa nela; sentir dor de barriga com sua presença inesperada; olhar pernas, cabelos e corpos que guiem numa só direção; rir sozinho quando lembra algo peculiar; apontar imediatamente os pensamentos na direção dela se algo importante acontece; quando vê ou ouve algo especial a co-relação é imediata.

Fato: O homem não possui domínio sobre a atração pelo sexo oposto. E nem acho que consiga ter um dia. É como uma maldição que carrega, mas por menor que seja esse domínio, também é claro que não se sente essas sensações que descrevi acima por todo rabo de saia desse mundo. Claro que não! Impossível até pros mais desapegados.

Mas quando o homem enxerga a possibilidade da aventura, as células, os hormônios e músculos começam a guerrear com ele. É como se fosse um “eterno estado de paixão temporária”. Aí muitas vezes não dá pra resistir! Problema.

Some-se isso ao liberalismo feminino e não fica difícil o resultado!

E além do mais as mulheres são lindas mesmo!

Cada uma delas de uma maneira muito especial tem uma beleza infinitamente maior do que o todo de suas partes que incentivam esse desejo. E quando você tem capacidade de enxergar o que muitos não conseguem, forma-se um quadro que inevitavelmente vai se converter em várias trocas.

A beleza nefasta disso reside na escolha! A maior declaração de amor que alguém pode dar ao outro ou o pior desgosto que pode ser oferecido a alguém. Evitar ou sucumbir?

Ambas as decisões cobram preços nada fáceis.

Senhoras e senhores é isso mesmo! Se há a possibilidade de uma relação frívola, quem está lá? Quem? O homem!

Não é apenas coincidência ou obra de ficção homens como Charlie (Two and the half man), Sawyer (Lost), Luiz Mário (Malu de bicicleta), Alper (Alone) ou Hank (Californication), perfeitos espécimes de um hedonismo moderado, mas ainda assim detestável aos olhos dos outros, serem verdadeiros estereótipos do anti-herói masculino.

Ainda assim, cultuados por seus pares e até por boa parte do sexo oposto!

Sem exageros e cultos, possuo certo grau de simpatia por todos. São pessoas relativamente irresponsáveis porque existe o destemor desatinado das conseqüências, levemente volúveis, querem salvar o mundo da infelicidade alheia, aceitam o que são e como são tornando-os voluntariosos, obstinados de amor, oferecidos, reconhecem fácil as pessoas, são altruístas, fazem o mundo deles e não deixam o mundo fazê-los, instáveis, possuem um estilo definitivamente alternativo de vida e possuem pessoas maravilhosas ao seus lados, agora e certamente para sempre! Acima de tudo incompreendidos.

Você pode estar indagando que estou protegendo cafajestes mulherengos da condenação eterna da infelicidade. Estimulando a vadiagem ou a canalhice.

Você não poderia estar mais enganada (o)! De uma forma que pode parecer estranha, eles sabem melhor do que ninguém o que se anuncia ser amor verdadeiro!

Além disso, cafajestice se conecta muito mais nos que escolhem uma vida de aparências, cinismo desmedido, ausência de regras, violência e total arrogância.

Ciente desse “dito” animal que divido com eles, reconheço que acima de qualquer possibilidade ou extravagância, se não houver a condição do respeito a alguém que lhe é importante, nada realmente mais importa! Falta humanidade se assim for e, portanto, não existe amor!

Simples assim! Os homens assim o são! Afinal, isso não é recorrente nas “rodas de amigas”? Não é o que se observa no comportamento de quem nem ao menos conhecemos, mas temos direito de julgar porque é diferente de padrões? Não é quase um mantra quando o assunto são os homens e seus comportamentos que todos são iguais?

Não. Não são iguais! Na sua condição quase que inata eles se diferenciam. E a diferença é que existem uns covardes que escondem essas particularidades!

Assumir essa condição não deforma em absolutamente nada sua capacidade de amar alguém irrestrita ou incondicionalmente e muito menos ser amado com felicidade.

Pena que isso não seja de fácil convencimento.

Mesmo no meu insólito séquito de comparações, onde muito recentemente fui igualado a outro homem “especial” - falo do psicopata Dexter – nada de extraordinário possuem homens assim, além de uma capacidade intuitiva pra pequenas confusões e que por isso, normalmente são catalogados e caracterizados.

Pois bem, entrevistando os casais, percebi homens (que satisfazem o padrão) resignados pelo amor! E claro, nada de errado há nisso! Eles estão certíssimos. O mais novo acabou de entrar pela porta do comprometimento e está confortável e o mais experiente tem a sabedoria de relatar que tudo tem seu tempo!

Mesmo o 3º casal sendo homo afetivo (2 moças), fácil perceber que tudo se deu nisso que chamo “perfeita velocidade”.

Meu deus, que mistério há nisso? Eu não lhes disse?

Os homens (ou mulheres que se sentem masculinas e vice-versa) só não devem ter essa sensação de compromisso como algo que foi inspirado pela derrota, porque assim certamente irão fazer infelizes e tristes a si mesmo e seus amores! A síndrome do “não tenho aquilo, mas vou com isso”.

As mulheres, como sempre, são muito mais compreensivas e possuem as melhores qualidades quando se maneja as emoções. Pra elas é muito mais fácil admitir que sempre uma das partes ama mais – apesar de não crer fundamentalmente nessa regra imposta por elas por achar que existem tipos e maneiras de amar – são indiscutivelmente mais sábias e disfarçam um profundo nível de inteligência emocional em submissão e aceitação que engana um monte de desavisados nada espertos.

E a monotonia da convivência? Acho ser esse o maior dos medos masculinos. É como se fosse a mitológica Hidra de Lerna. Quanto você extermina uma cabeça mais outras aparecerão pra assombrar.

Imagine. É como se alguém desejasse que a pessoa que ela ama não fosse a mesma pro resto dos dias que lhe sobrarão juntos. O quê se pode esperar de um cara que ama alguém e quer que ela seja outras pessoas pra afastar o tédio da monotonia?

Viram só? Temo por nós!

Pode-se ser tão ou mais idiota com uma ferramenta de destruição em massa de relação como essa? Mas é assim que é!

Pra piorar, com o tempo os homens comprometidos passam a acreditar que se não fosse pela sua carteira no clube “U.P.S” (união para sempre), poderiam estar com outras pessoas! Isso cobra um preço no mínimo razoável para uma boa relação!

Ei garotão, já parou pra pensar que você também é a mesma pessoa todos os dias? Que a sua namorada/mulher pode naturalmente pensar em dar pro Richard Gere ou pro Rodrigo Santoro ou levar uma dedada do Johnny Deep?

E trazendo pro mundo das possibilidades plausíveis, não esqueça também que ela tem vizinhos, amigos de trabalho e imbecis (como nós somos ao estado natural) querendo meter no primeiro buraco que se dispuser!

Você ao menos imagina que leva desvantagem por ser um gênero muito menos vaidoso e cuidadoso? E que sua querida pode diariamente conviver com um neanderthal na hora da alimentação? Lavar cuecas borradas de merda,? Que ela tem que ouvir roncos e peidos insuportáveis? Que pode estar acompanhada por um desleixado que acha que não tem que impressionar e não se esforçar em manter o charme pra aquela que tem que “aturar” ou “já está no papo”?

Que numa mesma proporção que dispara seus medos de se deparar com alguém despenteada, hálito matinal, camisolas horrorosas, peitos sem muita firmeza, mesma posições e cheiros, peculiaridades desagradáveis, sua companheira também irá ter que enfrentar dissabores?

Seja um pouco mais coerente, ok Don Juan????

A coisa mais bonita no amor é a sua naturalidade. Amor é maravilha, é letra de música, é altruísmo, é riso, são meus textos, é memória e história e mais um tanto de outras coisas boas da vida.

Mas amor não tem razão. Amor é negócio. Amor dói. Amor maltrata. Amor decepciona. Amor não crê. Amor engana. Amor dissimula e por fim, o amor pode ser muito triste. E o amor é vingativo.

E mesmo observando esses aspectos sei que “o amor constrói”. Clichê real!

Digo isso porque tive que usar o óbvio e o clichê, pra falar de algo que a gente tem medo de falar e enfrentar: o amor também destrói! E temos medo de conviver com isso!

A entrevista deixou muitas lições bacanas: liberdade e confiança ainda são os principais elementos para uma boa relação; aceitar o que não se pode mudar; respeito é requisito pra boa saúde da relação; alguém tem que ceder; coisas simples como viajar, dançar ou tomar banho juntos faz uma grande diferença.

Mas realmente senti algo por dentro de verdade quando ao final da experiência, um dos casais falou com naturalidade perceptível de quem ama: “Ela é meu par e eu sou o par dela. Somos realmente um par perfeito!”

Quando se tem a capacidade de sentir isso, estamos prontos!

Todos os Charlies, Hanks ou Dexters do mundo inteiro sabem disso!

E acreditem, eles sabem quem são seus pares!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

preciso

Apesar da figura chauvinista leia-se "simbolismo".

Preciso urgentemente de uma assistente! Não preciso descorrer idéias e motivos pra ser entendido que mulher é muito mais eficiente e organizada!

Única exigência: curso de telepatia!

Os Azuis - Não Adianta Negar



olha só que banda legal!!!! E que letra, hein? bjs beibe...

Houve uma vez...

madrugada de terça, chego em casa e me deparo com uma pequena pérola amorosa pra lembrar que o amor se regenera...

Chico e Roza com "z" tem mais a ver cmg do q imaginava... só que no caso deles é uma fichinha de fliperama!

Não canso de ver e vi de novo!

Palavras finais de Walter Franco:

TUDO É UMA QUESTÃO DE MANTER
A MENTE QUIETA
A ESPINHA ERETA
E O CORAÇÃO TRANQUILO

segunda-feira, 30 de maio de 2011

histórias de amor







03 filmes sobre escolhas! E mesmo sabendo que o mais difícil não é a escolha e sim suas consequências, aí estão histórias da dificuldade de estar apaixonado.

(Qualidade?) Presente nos homens, é comum sermos o oposto do equilíbrio, da honestidade e da sensatez.


Mesmo que saibamos que isso faz parte do processo de amadurecimento, o quanto é difícil saber que a hora chegou?


"Malu" é mais otimista e romantiza o fim. "Last night" apresenta um final onde um corte abrupto aponta um final mais realista e referenda o caminho duvidoso que sempre acompanha uma história à dois - será que existe escolha segura?

"Somewhere" mostra um artista bon vivant que percebe a força do amor nas coisas normais da vida! Ter tudo pode ser ter nada! Quanto sabemos sobre isso?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sloan - the double cross (2011)


Essa banda que eu gosto muito comemora esse ano, 20 anos de estrada e acaba de lançar seu novo disco.

Eles bebem diretamente no som "sixties" e "seventies", indubitavelmente a melhor fonte pra se matar a sede de rock!

Sempre que falo neles sugiro a audição do disco "navy blues" (1998)... o melhor disco que os Beatles poderiam ter feito se ainda estivessem juntos!

THE DOUBLE CROSS (2011): http://www.fileserve.com/file/F5fTY5x/www.NewAlbumReleases.net_Sloan%20-%20The%20Double%20Cross(2011).rar

NAVY BLUES (1998): http://www.megaupload.com/?d=W39MPOO9

terça-feira, 24 de maio de 2011

meu tipo de homem



Que se explique esse título: meu/seu tipo de homem deve ser aquele que você ALMEJA ser e não propriamente algo que você chame de seu! Explicado!

Mesmo que no índice do livro do homem independente o capitulo mais importante ainda seja “não sou de ninguém”, está mais que claro que a postura do homem moderno vem se diferenciando do antigo modelo patriarcal. E não quero aqui, mesmo usando termos como “antigo modelo” ou “moderno”, parecer uma dessas colunas “contemporâneas” que querem decifrar novos comportamentos da raça humana e estabelecer uma “nova era”.

Pra simplificar seria mais ou menos assim: se antes só existia o termo “dona de casa”, hoje acredito também no “dono de casa”.

Se antes tudo era decidido, orientado e designado pelo “macho”, um dos lemas mais famosos de história mundial agora invade os relacionamentos: igualdade, liberdade e fraternidade. E valha-me céus do homem que disso desentender!

Nada de simplificar o trinômio com acessos e exageros de frescuras como abrir porta de carro, puxar a cadeira antes do sentar, ursinhos ou outros tipos de pelúcia, mandar flores ou comprar chocolate. Até o mais sensível poeta canta que flores murcham e morrem, bombons acabam e ursos desbotam. Produzido na medida certa é somente gentileza - qualidade que nunca devemos afastar da relação - e nada mais!

Corroborando com esses novos costumes que acusam um homem mais compreensivo, companheiro, amigo e menos turrão, ouvi dia desses uma dessas renomadas sexólogas profetizando essa mudança no comportamento masculino. Sei que a profissional tem gabarito medindo-a por onde a vi – no programa de entrevista da Marília Gabriela. Desculpe por não saber o nome da especialista. Não achei importante saber, por achar que sexo não é um problema (sempre é a solução) e por nunca ouvir nada tão esclarecedor por parte deles!

De todos esses manuais e regras de ser e existir, unanimidade é que ser gentil é muito bacana – mesmo o filósofo tendo dito que toda unanimidade é burra.

Adoro servir no prato, e não satisfeito dar na boca, sentar de frente, dirigir por/pra ela, sentir vontade de só ver filme com ela, comprar filme pirata que acho que ela não deve perder porque não pude cumprir a sentença anterior, dar banho, rir de pernas finas pra demonstrar o oposto, e num certo tom, não se deve confundir malabarismos estabelecidos por anos de prática maquiada com gentileza natural e autêntica!

Dando um pequeno salto, mas falando da mesma coisa, tenho um tanto de pavor de ordem na minha casa. Mesmo assim, sinto ser capaz de algum nível de permissividade quanto a isso, mas claro, na dosagem certa e que permita responder com aquele precioso “hã?” que precede o símbolo máximo da tragédia: as “DRs”.

Meu caro, o mundo não é mais o mesmo e saiba conviver com isso. Não falo isso como uma praga. Pelo contrário! Está mais competitivo e mais divertido e só temos que entender! Não adianta desesperar! Use as novas palavras de ordem: adaptar e improvisar!

Agora me ajudem! Algo aconteceu e não consegui perceber que mudança terá acontecido nesse novo estado masculino de ser.

Nos fins de semana sem shows, Enzo vem pra cá e não raro sempre esqueço um ou outro componente de sua pequena bagagem. Como de costume, sempre procuro devolver rapidamente o que foi esquecido. Ele me ligou na manhã de segunda pra me avisar que ia fazer um comercial de TV e aproveitei a oportunidade pra dizê-lo que mais tarde iria levar o que ele (ou eu) tinha esquecido por aqui.

Antes de continuar cabe aqui uma pequena e não detalhada explicação. Sem nenhum motivo grave ou desabonador, prefiro manter um respeitoso distanciamento das “ex-” (acho aconselhável não chamar de MINHAS “ex-” porque sabe-se lá se não posso ser acusado de chauvinista por usar pronomes possessivos!).

Em alguns casos, confesso que até mudo de calçada! Mas não vá achando que é por algo mal resolvido. Pra mim se for “ex-“ já tá bem resolvido e no máximo falta avisar! Às vezes penso que esse distanciamento pode até derivar do leve descuido de ser eu um péssimo mensageiro...hehehe

Continuando... Enzo dá um recado de sua mãe pedindo que quando fosse, levasse também uns remédios que estavam no meu vizinho – que tem sobrinhos que trabalham com representação farmacêutica – e que atenderam um pedido dela!

Chegou a noite e me dirijo ao vizinho pra pegar a tal medicação antes de ir ao Enzo em favor de sua mãe. Pego a encomenda que me é entregue sem maiores cuidados de embalagem: três caixas de comprimidos lacradas.

Indo em direção à casa deles, apercebo-me que são comprimidos contraceptivos e me deu uma vontade horrorosa de rir!

Estava ali eu, de certa forma resguardando a atividade sexual saudável de uma “ex-“! Meio chato e no mínimo estranho, você colaborar com a ereção do cara que agora come a tua “ex-“... ripácaralhooooooo. Mas tava ali no meio da situação e tudo que eu podia fazer era colaborar mesmo!

Me senti uma boa pessoa, um bom homem, daqueles que na medida certa de desprendimento respeita os desejos e vontades de uma mulher, seja ela qual for e seja lá onde estiver!

Quem mais além de um cara bárbaro abastece um ninho de amor com 3 meses exatos de variações amorosas como rapidinhas, duradouras, resfolegantes, displicentes e burocráticos rituais de “esfrega-esfrega”?

Que exemplo original de homem somos e às vezes nem sabemos!

Na falta de um exemplo melhor, era como se eu estivesse dando camisinhas para um desconhecido qualquer que poderia ser o “futuro” namorado da minha atual e, portanto, futura “ex-“. Confusão anacrônica essa, hein?

Postura refratária, e, como eu aconselhei antes, adapte-se e improvise!

Igualdade, liberdade e fraternidade, afinal entenda que somos (homem e mulher) iguais na hora de trepar, queremos liberdade pra dar ou comer quem a gente deseja, e por fim, seja fraterno, colabore pra isso e acima de tudo compartilhe, seja de que maneira for!

Enfim, posso ser um novo homem?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ainda existe "O primeiro amor"?

Ontem vi um filme bem bacana sobre aquele tipo de amor que vejo/sinto quase em extinção. Falo assim pq junto com as mudanças do mundo, mudaram as histórias de amor!

Não é desesperança ou pessimismo, mas posso afirmar que antes era mais fácil crer que vc podia conhecer muito cedo, descobrir sensações, permanecer muito tempo e passar toda vida ao lado de alguém especial!

Não à toa, o filme se passa na década de 50, época muito mais inocente quando o assunto é amor!
Entrecortando a história de aprendizado dos jovens apaixonados - ela mais que ele - Bryce e Julie, Rob Reiner (diretor) faz um retrato sensível dos vícios e virtudes da sociedade americana daquela época.

Alguns dizem que uma "história de amor dura apenas 90 minutos", mas ao final do filme, além de um tantinho de amargura e desespero necessário fica uma sensação de "eu queria isso mas não sei se posso!". Amargura porque fica a pergunta se ainda existe esse tipo de amor e desespero porque a gente nunca sabe quem é a pessoa que nasceu pra passar a vida toda com a gente!

link: http://www.fileserve.com/file/Wnr9Tn5

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Quarto de Dormir - Jeneci



Não é novidade pra ngm que muita coisa boa fica resguardada a um número restrito de pessoas. Não que seja o caso desse artista. Mas não posso excluí-lo do rol dos pequenos "grandes" artistas!

Majestosa capacidade de falar de amor! Assim seja...

disco "Feito pra acabar": http://www.4shared.com/file/3Skm71sy/Feito_pra_acabar_-_Marcelo_Jen.htm

quinta-feira, 19 de maio de 2011

+ rock inglês

Depois dos Beatles, corra até a zona norte no Black Bar e curta um pouco mais de rock inglês com o Equinócio.

Dessa vez a homenagem é ao Pink Floyd! Participação especial de Humberto Alexandre na bateria!

The Beatles in concert

Confirmada nossa participação na festa cover dos "morto-vivos" no fim de semana 04.06.11 (sáb).

Iniciaremos nossa jornada musical pontualmente às 11 da noite e tocaremos até 11:45h.

Não preciso ressaltar quem será o homenageado dos Radiofônicos, né?

bjs e até lá!

terça-feira, 17 de maio de 2011

"todo mundo quase morto"

vixe... vai ser no mesmo dia! Radiofônicos toca nessa festa no Raízes.

Lembrete: Paul e Ringo ainda estão vivos... Sei que nesse dia quem vai estar "quase morto" será Beto... Sai da bateria do Pink Floyd e entra na dos Beatles... numa mesma noite!!!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

hum rum... Facebook

Estamos próximos do lançamento do disco, portanto existe agora um facebook... curta a página do Radiofônicos no Facebook.

Mas esse espaço ainda continua sendo o oficialíssimo e primeiríssimo lugar onde vc pode encontrar informações sobre a banda!

bjs aos montes

foto: Natália Hisse

terça-feira, 10 de maio de 2011

Lars and the real girl - A garota real (2007)

Achei apropriado, antes da apreciação (moderada) do meu "já famoso" texto, assistir a história de Lars, que se apaixona por uma mulher meio dinamarquesa, meio brasileira. Nada de diferente até aí, somente o fato de que nossa heroína não é exatamente "real"!


Tanto se discute "nosso tipo de par" que muita gente nem se toca que um ser inanimado é bem melhor que algumas companhias. E que a namoradinha do Lars tem mais vida que algumas pessoas com vida! E falo de homens e mulheres!

O que não concordo é que houve um extremo exagero contra os homens de Teresina! Faltou um "bifocal" pra nossas (algumas) mocinhas!





Sáb 14.05.11 - Radiofônicos no Teresina Rock

Me desculpem mesmo. Não pude postar meu "textículo" mostrando impressões sobre "Teresina existe?". Ando meio "azarado". Perdi o modem móvel daqui, o modem lá em casa queimou (e ontem, minha geladeira também! Caraaaalho! Não tenho mais onde guardar o coração!).

Sábado estaremos a tocar (em quem?) no Teresina Rock, dentro da programação do Salão de Humor 2011!

Da série "nem as paredes confesso", mais uma foto de Natália Hisse!

Prometo reestabelecer contato contínuo em breve!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

acordei

senti falta do repelente que deixei em casa... caralho, quase n dormi! aproveitei então pra esboçar o q vou escrever sobre o texto que creio meus visitantes já tenham lido!

assim... acordei rebelde, arrogante, vaidoso e bondosamente maléfico... vou ficar mais uns 3 dias aqui!

volto já já... vou ali em PII e volto!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Estou em PHB mas Teresina não me larga!

É exatamente assim que fico qnd estou aqui!

Não pude me separar do meu PC muito mais por causa das músicas e filmes que trouxe. Até esqueci modem em casa mas dei logo um jeito de emprestar um de amiga que mora aqui!

Sabe que vou fazer esses dias que vou ficar aqui? Responder a moça do texto "Teresina existe?" (desculpe, n pude por o link pq acho q a merda da configuração do blog tá zuada, mas dá uma "googada" - aparece facim facim - e acompanha lá a epopéia sentimental da moça).

Ela desce o machete nos homens de Teresina e eu vou simplesmente expor os meus pontos de vista!

trombadinha futebol clube


Eu sou da 4ª geração da história da minha rua. Claro, Enzo, Ítalo e Alexandre fazem parte da seguinte!

Somos nós aí, tentando perpetuar costume que nasceu na 3ª geração. O "arranca-dedo" no asfalto! Futebolzinho com travinha de tijolo na porta de casa!

Por mais que pareça estranho, são experiências como essa que misturam lúdico, coletivo e o confronto, que nos ensinam a ser mais espertos e competitivos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

réporter por um dia


Inédito: próximo Interferência uma matéria inteiramente produzida e conduzida por Humberto Alexandre (Beto), diretamente de São Paulo, na programação da Virada Cultural 2011.

foto: Natália Hisse

novo disco vem aí... finalmente

olá gente

Quero anunciar que estamos bem próximo de lançar nosso novo disco. Ele terá 10 músicas, todas inéditas - exceto pelo fato de já tocarmos todas nos shows - inclusive uma regravação de "tire suas coisas do meu quarto".

As músicas estão no processo final de mixagem, no finalzinho mesmo, para então ir para masterização e finalmente prensagem!

Agradeço publicamente Manoel de Moura Filho, pessoa e amigo que fez vir à tona essa faceta roqueira da nossa trupe!

Acima foto de Natália Hisse: Toineto (baixo) e nosso sempre convidado Hemington (guitarra) despejando alegria e verve nos acordes da poética verbal e não-verbal sonora de nossas músicas!
É só aguardar um pouco...

bjs roqueiros

quinta-feira, 14 de abril de 2011

me mate mate me

"aindaqueromorrerdeamor" senão hj espero então... bj

quarta-feira, 13 de abril de 2011

um morto vivo de internet


Ainda sigo com problemas de internet no meu canto de idéias. Ando bastante descontente com isso. As idéias continuam, mas isso desencadeou escassez de filmes, música e um tantinho de informações pra vcs.

Pelo menos compartilho algo que me deixou bastante satisfeito nesses últimos dias e que inclusive tem diminuido meu passageiro infortúnio: Zumbi - o livro dos mortos.

Num olhar preliminar, provavelmente só interessaria aos iniciados à cultura dos mortos-vivos, mas não se engane!

O livro entrelaça história geopolítica do início do século XX com o cinema entrecortado de olhares antropológicos e sociológicos da sociedade moderna ocidental que diz respeito a tensões raciais, filosofia, guerra fria, ameaças atômicas e medo da morte.

Tudo isso sem exageros ou arroubos intelectuais, com uma liguagem que parece daquele professor de história da 8ª série que te ensinou a gostar de história!

Além disso é um ótimo guia de títulos cinematográficos da criatura menos respeitada do panteão dos monstros universais.

Depois dessa leitura, aprendemos que essa desprezada criatura do imaginário fantástico pode ser tão ou mais importante que Drácula, Lobisomem, Frankenstein, Múmia, Fantasma da Ópera, Corcunda de Notre-Dame ou Dr Jeckyl e Mr Hyde e indo além, pode ainda falar sobre o pior monstro do planeta: nós mesmos!

Indico...

quinta-feira, 31 de março de 2011

31 de março

Abraços pro melhor baterista de rock da cidade - quem sabe de onde mais?. Hoje completa mais um ano de sua história... bolo e confete nele!

GRITO ROCK 2011


"Ando meio desconectado"! Sinceras desculpas. Tô sem internet em casa - geralmente onde tenho o sono reparador e inspiração pra escrever. Não gosto de escrever na rua!


Tô tentando solucionar isso rápido. Tenho histórias pra contar e músicas e filmes pra ver ou/e ouvir com vcs.


Por enquanto fica essa dica!!!!!


volto logo... assim espero!!!!!!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Teresina Rock

Confirmado o Salão de Humor 2011.

Dentro da programação existe um dos melhores festivais de música do estado: Teresina Rock

Abaixo segue a programação da semana mais musical da cidade.

SEGUNDA (09.05)
Show Mulheres
TERÇA (10.05)
Cochá/ Lado Blues/ Radiola de Ruah
QUARTA (11.05)
Batuque Elétrico/ Na Massa/ Full Reggae
QUINTA (12.05)
Papa Nicolau/ Gramophone/ Roque Moreira/ Mombojó
SEXTA (13.05)
Hévora/RetroRock/ Megahertz/ Korzus
SÁBADO (14.05)
Clínica Tobia Blues/ RADIOFÔNICOS/ Roraima/ Theregroove
Zéu Britto e Validuaté
DOMINGO (15.05)
Revolution/ Danilo Rêgo/ Último Romance

foto: Natália Hisse

quarta-feira, 16 de março de 2011

" AO - o último neandertal"

Boa opção para quem gosta de cinema inteligente.

Finalmente aparece uma alternativa para o incansável "Guerra do fogo" (1981), exibido em quase todas as salas de aula no mundo!

Fiquei realmente muito impressionado com esse filme francês que fala sobre comunicabilidade através da saga de um neandertal que se torna o último de sua espécie para logo encontrar com o famigerado homo sapiens.

Se apaixona por uma deles - tem dificuldades por isso - e parte em busca de suas origens. Belos cenários naturais, aventura, romance e cenas que retratam muito bem dificuldades como alimentação, o parto da mulheres e outras coisas difíceis de imaginar no mundo moderno.

link: http://www.megaupload.com/?d=Q54T0Y3R

Muito bom esse filme... me surpreendeu!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Brotherhood (2010) movie trailer



Poeticamente catástrofico!

"Se você pensa que a merda acabou espere os próximo minutos!"

Perfeito exemplo de cinema criativo e inesperado...

"Fluffy"

Outro dia usei a palavra “fofo” pra descrever algo que não lembro bem o quê, mas que tinha ligação comigo e tudo que ouvi foram estrondosos risos.

Fluffy é uma gíria que significa exatamente isso: fofo.

Não é nenhuma obra-prima. Está mais pra filme de ocasião, mas muito divertido e ultrapassa o limite de tolerável.

Não sou muito fã da Rachel McAdams com sua beleza e talento suflê de chuchu, mas prum filme passatempo...

Ela, jornalista em busca de desafios, se vê envolvida na disputa de egos entre Mike (Harrison Ford) e Colleen (Diane Keaton) e no desafio de tornar uma revista de TV algo atrativo.

Por que “fluffy”?

O personagem de Harrison – a terceira pessoa pior do mundo - é um jornalista de renome que se nega a fazer algo que ponha em risco sua seriedade ou credibilidade. Exemplo: fazer matérias de gosto duvidoso ou pronunciar vocabulário chulo e gírias.

Sua redenção se dá usando exatamente essa palavra, que num lampejo descritivo, seria a palavra correta para definir esse filme leve e divertido!

FOFO... assim como todos somos vez em quando pras pessoas que a gente gosta.

filme: http://www.megaupload.com/?d=DDAHQM1O

legenda: http://www.megaupload.com/?d=C6IES52A

Formas da estupidez - parte 0

A estupidez é uma forma de agir e de pensar muito controversa. Acredito que algumas vezes é válida, mas na maioria não!

Acima, o bom uso da estupidez (em todos os sentidos) numa campanha de marca renomada!

Não deixe de ler a parte 1...

Formas da estupidez - parte 1

Dia desses fui ao Boêmia. Quem me lê dizendo isso e me conhece, pode até estranhar porque sabe que não é meu lugar predileto!

Nada pessoal – quer dizer... acho que é pessoal sim - nem contra os artistas que lá tocam ou até mesmo com os freqüentadores. Simples assim: não gosto!

Primeiro que acho equivocado o ar “alternativo” que dão ao local. O balcão – em minha opinião o local mais bacana já inventado pros românticos – não tem nada de atraente. Não seu arranjo estrutural, até normal. É o conjunto das coisas.

O set musical é sempre mais do mesmo – Ramones, Led, Cure, Police, Black Sabbath, REM, Elvis, Bob, pros moderninhos um Franz, Belle and Sebastian, Of Montreal,etc.

Pra mim, “alternativo” sempre foi sinônimo de novidade. Aquilo que representa alguma coisa ou lugar onde você escuta algo ou alguém e se interessa em saber quem tá tocando ou o que está acontecendo.

ALTERNATIVO: o oposto do mesmo; caminho que leva ao distanciamento do senso comum; que se diz, faz ou ocorre com alternação.

Não vejo nada disso!

“Alternativo” pra mim é poder não usar tênis ou sapato pra sair (apesar de não usá-los)! Na escolha da minha “alternativa” – chinelo de borracha – não tenho “alternativa” senão melar meus pés de mijo alheio no banheiro. Ainda pago 10 reais pra isso!

Ainda assim, respeito a iniciativa de manter algo assim resistindo no dificultoso ambiente noturno da cidade. Posso naturalmente freqüentar o bar, tocar lá e etc. Nessa ocasiões sairei de botas! Mas reitero os defeitos!

No dia que fui tocava uma banda bacana – desculpa por não saber o nome – com um repertório aprazível. Nenhuma música autoral, mas um bom nível de repertório. Até cantei Can’t buy me love! Foi engraçado! Nem é música difícil de cantar nem nada, mas o vocalista insistiu em não entrar no tom da canção e ficou muito estranho. Todos começaram a perceber! Cara... ele insistiu por longos 2 minutos pra entrar no tom e não conseguiu. Fui lá e dei uma força!

A outra banda que tocou tinha o Marlon nos vocais. Imagino que ainda seja Marlon e os brandos! Me diverti meio no automático nessa hora porque eles insistiram no repertório anos 80 e aí moço... sem novidades no front!

Aí veio a doce estupidez... e a parte que realmente é o motivo dessa escrita.

Tinha saído com umas amigas. Duas belas moças que se divertiam a beça, dançando e tragando algumas doses de vodka. Tava até um clima bacana a despeito do fato de não morrer de amores pelo bar! Até vale a dica-clichê de que o que vale realmente é a companhia!

Lá pelas tantas, uma delas mais animada com “stand by me” do Oasis, foi cantar na frente da banda. A outra acompanhou o rastro deixado pela máxima energia da bebida da vocalista de ocasião e dela mesma!

Fico sozinho sem me importar muito, porque acho que mulher feliz é mulher solta. Dois motivos: 1) Ímpeto de mulher é indomável, portanto prefiro confiar; 2) Não custa nada ser e também deixar ser feliz. Se você não sabe, escolha é algo intransferível e pessoal. Se ela escolhe algo que não te deixa feliz, não desista e siga adiante!

Dica escondida: a melhor maneira de deixá-la presa é deixando solta. Só num conta pra ninguém!

Passa por mim então um desses rockstars fodões que temos aqui na cidade e me dá um “hand shake” digno da amplitude de sua presença.

- E aí, Henrique? Beleza?

- Na boa cara! Tudo tranqüilo?

Como o dublê que sempre quis ser desde criança, respondi e perguntei já mudando meu corpo de ângulo pra não deixar meu “corpo falar” algo como “fica aqui pra gente conversar porque adoro ficar de bate-papo com as pessoas”.

Meu truque deu certo! Continuei ali como eu queria. Sem interrupções humanas!

Aí normal. Continuei ali, bebi, transitei um pouco, fui melar meus pés de mijo algumas vezes, enquanto as guapas se divertiam com o repertório da banda.

Uma delas, bastante requisitada pelos meninos no bar, sempre assediada, algumas vezes se afastava, distribuindo a delicadeza tão comum nas mulheres. Aí ficávamos eu e a outra bela moça trocando idéias, dançando um pouco, etc.

Quem nos via, até podia julgar que formávamos um par além do significado 2! Deixo os outros pensarem!

Aí, do nada, repentinamente, volta o rockstar e emenda:

- Cara, aquele show (ele tinha uma banda) naquele dia foi legal! Mas a banda acabou! Tôaí... de bobeira!

- Pô cara... que pena que a banda acabou! (A gente sempre tem que ser delicado com os outros e evitar que a rejeição possa causar traumas). Bem bacana a banda de vocês!

Nessa hora, percebo que o cara parou pra bater papo mesmo e que ia alugar meu ouvido. Aí já começo a ficar bilado porque penso: “quem em sã consciência vê um cara só, acompanhado de uma gostosa como essa aqui e para pra bater papo com ele? Caralho!!!!”

Na tranqüilidade, escuto, num reajo muito forte pra ver se o cara pinota! Porraaaa nenhuma. Engata e continua!

- A gente devia fazer algo junto de novo, mê irmão! Lembro que quando comecei molecote, te vi no Capitão Guapo!

Vai se fuder, velho. O cara tá começando a encher meu saco e vai começar a falar do Capitão Guapo. Putaquepariuavacaqueeucomienãogostei.

Fora o fato do elemento ter que gritar na porra do meu ouvido porque estávamos perto da banda tocando! Vai ser filha duma égua assim na casa do cacete!

Tentei desacelerar pra ver se o cara desistia.

- É. Faz tempo! Tem muita banda boa! Olha essa aí! Apontei displicentemente com a cabeça pra frente.

Nessa hora me pergunto porque o "bonitão da ceasa" num ia cuspir no ouvido de um broto por lá. Aí o cara deu uma crise egocêntrica e insistiu:

- Pois é! Minha banda era legal! Repertório bacana! Poxa cara, temos que fazer enquanto ainda é tempo! Vamos fazer, rapá! Invente um motivo aí: A volta do Capitão Guapo (puta que pariu, lá vai o cara falar merda de noooooooovo). A gente é novo ainda... Nosso tempo é agora! Quando a gente tiver 40 não dá mais!

Aí fudeu de vez!

Claro que ri muuuuuito da idiotice, mas num quis crer no tamanho da estupidez do projeto de roqueiro!

Imagina a cena: o recém vencedor disparado e inconteste do “idiot awards” que tava usando uma camiseta que já não combina mais com seu “shape” mesmo sendo um garotão bem mais novo do que eu, que gritava no ouvido dum cara que não gosta do lugar que estava e que deixou bem pra trás a história do Capitão Guapo, tem exatos 40 anos e vários shows bacanas ainda a fazer, e que por fim, tava acompanhado de uma gostosa que acreditava ele ser bem melhor estar sendo cuspido no ouvido por ela, mesmo que fosse dizendo qualquer bobagem!

Morou bixo?????

Perdoar os estúpidos é exercício de sabedoria!

bjs

ps: adianto pra turma do "poderia ter sido pior": se a moça ficasse bêbada e vomitasse no meu ouvido, eu ainda ia preferir!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bailinho dançante

mais novidades sobre a festa, aqui, depois do carnaval!!!!!!!!!!!!!!!!


quinta-feira, 3 de março de 2011

Got you where he wanted - David Myhr



claro que não é preciso ter cabelo pra fazer um roque bacana! confere...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Simplesmente soberbo

Que 127 horas seja um “auto-ajuda” disfarçado até posso concordar!

Mas também tenho que concordar/acrescentar que é um bom filme! Inteligente, profundo, delicadamente simples e outros adjetivos com toques magistrais de talento sobre a naturalidade humana captadas pelo diretor Danny Boyle.

Todos sabem que o cara amputa a mão depois de dias presos num rochedo, mas aí, saber o que vai acontecer nem é tão importante quanto o caminho que vai se percorrer (sim... você também!) pra chegar no “maneta” que ele se transforma ao final! E antes do assunto ficar sério, palmas para a punheta que ele quase bate na situação extrema. Mais humano impossível!

Belo filme com a condução dramática inconteste de James Franco no papel de Aron Ralston. O cara é o filme!

Genial também é o diretor, que dá um tratamento cheio de criatividade às situações que o personagem vai se submetendo lentamente – o desespero, as necessidades urbanas, palavras e atos não ditos e feitos.

Preso e tentando evitar desespero, Aron mantém um vídeo-diário. Daí vem a cena mais emocionante e acho que posso dizer do seu triunfo como ser humano.

Por esse momento, Franco merecia o que sabemos que será de Colin Firth (ainda assim aposto nele).

No alvorecer, ele brinca com a câmera fingindo ser um apresentador de programa de TV (aos quais ele é acostumado ver quando acorda) entrevistando ele mesmo! Momento soberbo.

Ele percebe o quanto se é egoísta – e nos faz também - na auto-suficiência. O diálogo-monólogo (afinal é ele com ele mesmo) e a troca de perguntas e respostas é uma equação simples que o conduz para uma dedução sóbria: me fudi e vou morrer pelo meu precioso individualismo!

No jogo de troca de personagens (apresentador e Aron), a linguagem usada pelo diretor não podia ser mais simples e ao mesmo tempo inventiva! A simples mudança da qualidade de imagem entre a handcam usada por Aron e as câmeras do diretor!

No fim de tudo, nunca tinha visto antes, um “ups” ser usado com tanta magnitude! Perfeito e tocante... Você vai concordar comigo...

Bom filme... Juro que não vai ser diferente.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jack Bauer às avessas


Nem amanheceu direito e já fui abrindo a porta pra mulher que estava gritando em mim.

Não... Não sou viado nem nada...

Mas ela permitiu que voltassem frases como “I dream tonight”, “It seems Love”, “I’m too busy asking questions about you”.

Muitos homens ficam brigando com sua parte “mulherzinha”. Brigar com mulher não é perda de tempo? Deixo – literalmente – as minhas livres (explico o plural: a que posso vir a ter e aquela que todos temos guardado).

Coincidência a moça da capa parecer um “homenzinho”. Ou será ela um homem vestido de mulherzinha querendo ser homenzinho?

Não importa! O disco é bem acima do regular!

Ah... A música que me fez sentir “borboletinhas na barriga” (ôôô meiguice) foi “every day feels like the Day”. Experimenta começar por ela!

Pena. Não consegui ser “macho” mais de 24 horas!

link: http://www.mediafire.com/?6ly41fh5r7o67h0#2

desculpe minha ausência musical... e pela crueza dessa canção

Música é - também - estado de espírito.

O meu está meio rude.

Além de belo país, a Suécia tem boas bandas.

Não sei pq ando pouco romântico.

Sei lá... Ando evitando músicas com títulos como “she left me dancing alone”, “talking to myself”, “and my bronken heart”, “send your love down”.

Ando mais “macho” do q o normal.

Então vai uma dica aí.

Não poderia ser mais roqueira: misture Kinks, um tantinho de Who e os nervosos The (International) Noise Conspiracy – muitobonsporsinal.

Coisa pra roqueiro homem mesmo. Mulher só ouve uma banda como essa só na companhia de macho!

link: http://www.mediafire.com/?klkz5jkvi1cmiqi

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Felizes por 20 minutos" ou "Não me leve a sério tanto assim" ou ainda "Alguém esbarrou em mim".

Recentemente, revi uma das boas temporadas do “Sítio do pica-pau amarelo”: Minotauro. Estranho começar esse texto sobre amor – mais uma vez - falando desse épico televisivo?

Não... Explico.

Além dos mitológicos Teseu, Ariadne, Rei Minos, Ícaro, Dédalo, participa o arrogante, vaidoso e soberbo deus Dionísio (deus do êxtase e do entusiasmo, levava com seu cortejo alegria e felicidade e também era considerado protetor das belas artes).

Pronto. Chegou o amor! Pra ser mais preciso o “deus do amor”.

Como reage um não-deus homem (mas não somos a imagem e semelhança de um?) ao ser chamado e reconhecido, pelo menos pela amada, com esse título?

Até acho nem saber o valor e a precisão de considerações dessa natureza. O que posso dizer é que o dia seguinte de uma noite chuvosa de verão causa reações estranhas, tresloucadas e muito, mas muito apaixonadas. Aaahhh essa chuva e suas amorosas conseqüências!

O poder, a exuberância, a confiança, a oportunidade, a coreografia, o domínio, a arte, a fala, a graça. Esse é o primeiro dia!

A primeira moça ficou totalmente... Ops... Desculpe. Quis dizer: Primeiro a moça fica embaraçada na sedução irresistível do semi-deus. Daí por diante, depois de conclamar o mundo (ao seu redor) e canonizar o belo jovem com o título de “deus do amor” e definindo essa força amorosa devastadora que ele mesmo nem sabia ter, tudo muda!

Cenas de outro dia num outro lugar com os recentes poderes adquiridos/atribuídos:

- Como eu gostaria de passar 20 minutos com você! Diz uma outra moça.

- Huuummmm... Acho um privilégio ouvir isso de você! Sim! Claro! Assim... Bom ouvir isso e assim... Eeerr... Tá... Tá bom!

Minutos depois, fui raciocinar sobre os 20 minutos oferecidos.

Primeiro tentei entender o porquê dos exatos 20 minutos. Boa jogada essa da “pobre mortal”. E fica aqui meu protesto contra qualquer fator misógino da tática – que pode parecer vergonhosa – da moça. Sinto muito “coro dos descontentes”. Sabe o que quer quem sabe o que quer!

20 minutos = 8 minutos pra boca (tradução para língua) e pras mão (tradução para dedos), 11 minutos do Paulo Coelho (que apesar do sobrenome adverte para dura ação, digo, duração... sem trocadilhos, hehehehe) e 1 minuto pra fumar e ir embora!

Estrupiando qualquer arresta e usando todos os artifícios que me concedeu minha preciosa vida, segui... Juro que tentando descobrir esse misterioso véu que encobria o estímulo, ao mesmo tempo temporal e jocoso da amante. Pensei em reações. Sagradas e profanas. Utilizei o máximo do divino da minha medíocre humanidade. Bem...

Genial.

Sabemos que nem todos se amam (mas podem!) e que seria impossível se amar assim! Mas também sabemos que devemos espalhar, semear, difundir e propagar (às vezes sem prolongar) o amor.

Dizem por aí que temos a tal “alma gêmea”. Isso automaticamente descarta a possibilidade de várias e exaustivas tentativas. Porque num esbarrão ou outro ela vai aparecer!

Cara, que menina esperta!

Enquanto acontecem os esbarrões, vamos distribuir 20 minutos para fazer o mundo ser um lugar mais cheio de amor!

Discordo de você?

Certa vez, vi um desses camaradas que do alto da sua maturidade, parecia entender da vida e suas misteriosas nuances.

Muito bem nascido, médico por privilégio, presenciou/observou um “pequeno desentendimento” entre sua “atual firme” namorada e seu “ex” (êis... que língua maravilhosa). Ele também, possuidor de uma “ex” (êis... novamente, que língua maravilhosa), aparentemente lhe conferindo autoridade sobre a natureza humana, assim reagiu com uma tentativa de explicação da moça:

- Desculpe! Foi constrangedor, não foi? Não queria que você visse isso! Desculpe o embaraço.

- Olha... Não concordo com você! Se eu discutisse assim com minha ex-mulher, asseguro a você que ela não seria minha “ex”. Acho que a gente se separou exatamente porque não brigávamos mais assim!

Além de mim, faço uma pergunta pro médico discordante, apaziguador e sábio: Discordar de alguém indica que ainda existe alguma coisa boa ou que chegou a “hora da zona morta”?