quinta-feira, 31 de março de 2011

31 de março

Abraços pro melhor baterista de rock da cidade - quem sabe de onde mais?. Hoje completa mais um ano de sua história... bolo e confete nele!

GRITO ROCK 2011


"Ando meio desconectado"! Sinceras desculpas. Tô sem internet em casa - geralmente onde tenho o sono reparador e inspiração pra escrever. Não gosto de escrever na rua!


Tô tentando solucionar isso rápido. Tenho histórias pra contar e músicas e filmes pra ver ou/e ouvir com vcs.


Por enquanto fica essa dica!!!!!


volto logo... assim espero!!!!!!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Teresina Rock

Confirmado o Salão de Humor 2011.

Dentro da programação existe um dos melhores festivais de música do estado: Teresina Rock

Abaixo segue a programação da semana mais musical da cidade.

SEGUNDA (09.05)
Show Mulheres
TERÇA (10.05)
Cochá/ Lado Blues/ Radiola de Ruah
QUARTA (11.05)
Batuque Elétrico/ Na Massa/ Full Reggae
QUINTA (12.05)
Papa Nicolau/ Gramophone/ Roque Moreira/ Mombojó
SEXTA (13.05)
Hévora/RetroRock/ Megahertz/ Korzus
SÁBADO (14.05)
Clínica Tobia Blues/ RADIOFÔNICOS/ Roraima/ Theregroove
Zéu Britto e Validuaté
DOMINGO (15.05)
Revolution/ Danilo Rêgo/ Último Romance

foto: Natália Hisse

quarta-feira, 16 de março de 2011

" AO - o último neandertal"

Boa opção para quem gosta de cinema inteligente.

Finalmente aparece uma alternativa para o incansável "Guerra do fogo" (1981), exibido em quase todas as salas de aula no mundo!

Fiquei realmente muito impressionado com esse filme francês que fala sobre comunicabilidade através da saga de um neandertal que se torna o último de sua espécie para logo encontrar com o famigerado homo sapiens.

Se apaixona por uma deles - tem dificuldades por isso - e parte em busca de suas origens. Belos cenários naturais, aventura, romance e cenas que retratam muito bem dificuldades como alimentação, o parto da mulheres e outras coisas difíceis de imaginar no mundo moderno.

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Muito bom esse filme... me surpreendeu!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Brotherhood (2010) movie trailer



Poeticamente catástrofico!

"Se você pensa que a merda acabou espere os próximo minutos!"

Perfeito exemplo de cinema criativo e inesperado...

"Fluffy"

Outro dia usei a palavra “fofo” pra descrever algo que não lembro bem o quê, mas que tinha ligação comigo e tudo que ouvi foram estrondosos risos.

Fluffy é uma gíria que significa exatamente isso: fofo.

Não é nenhuma obra-prima. Está mais pra filme de ocasião, mas muito divertido e ultrapassa o limite de tolerável.

Não sou muito fã da Rachel McAdams com sua beleza e talento suflê de chuchu, mas prum filme passatempo...

Ela, jornalista em busca de desafios, se vê envolvida na disputa de egos entre Mike (Harrison Ford) e Colleen (Diane Keaton) e no desafio de tornar uma revista de TV algo atrativo.

Por que “fluffy”?

O personagem de Harrison – a terceira pessoa pior do mundo - é um jornalista de renome que se nega a fazer algo que ponha em risco sua seriedade ou credibilidade. Exemplo: fazer matérias de gosto duvidoso ou pronunciar vocabulário chulo e gírias.

Sua redenção se dá usando exatamente essa palavra, que num lampejo descritivo, seria a palavra correta para definir esse filme leve e divertido!

FOFO... assim como todos somos vez em quando pras pessoas que a gente gosta.

filme: http://www.megaupload.com/?d=DDAHQM1O

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Formas da estupidez - parte 0

A estupidez é uma forma de agir e de pensar muito controversa. Acredito que algumas vezes é válida, mas na maioria não!

Acima, o bom uso da estupidez (em todos os sentidos) numa campanha de marca renomada!

Não deixe de ler a parte 1...

Formas da estupidez - parte 1

Dia desses fui ao Boêmia. Quem me lê dizendo isso e me conhece, pode até estranhar porque sabe que não é meu lugar predileto!

Nada pessoal – quer dizer... acho que é pessoal sim - nem contra os artistas que lá tocam ou até mesmo com os freqüentadores. Simples assim: não gosto!

Primeiro que acho equivocado o ar “alternativo” que dão ao local. O balcão – em minha opinião o local mais bacana já inventado pros românticos – não tem nada de atraente. Não seu arranjo estrutural, até normal. É o conjunto das coisas.

O set musical é sempre mais do mesmo – Ramones, Led, Cure, Police, Black Sabbath, REM, Elvis, Bob, pros moderninhos um Franz, Belle and Sebastian, Of Montreal,etc.

Pra mim, “alternativo” sempre foi sinônimo de novidade. Aquilo que representa alguma coisa ou lugar onde você escuta algo ou alguém e se interessa em saber quem tá tocando ou o que está acontecendo.

ALTERNATIVO: o oposto do mesmo; caminho que leva ao distanciamento do senso comum; que se diz, faz ou ocorre com alternação.

Não vejo nada disso!

“Alternativo” pra mim é poder não usar tênis ou sapato pra sair (apesar de não usá-los)! Na escolha da minha “alternativa” – chinelo de borracha – não tenho “alternativa” senão melar meus pés de mijo alheio no banheiro. Ainda pago 10 reais pra isso!

Ainda assim, respeito a iniciativa de manter algo assim resistindo no dificultoso ambiente noturno da cidade. Posso naturalmente freqüentar o bar, tocar lá e etc. Nessa ocasiões sairei de botas! Mas reitero os defeitos!

No dia que fui tocava uma banda bacana – desculpa por não saber o nome – com um repertório aprazível. Nenhuma música autoral, mas um bom nível de repertório. Até cantei Can’t buy me love! Foi engraçado! Nem é música difícil de cantar nem nada, mas o vocalista insistiu em não entrar no tom da canção e ficou muito estranho. Todos começaram a perceber! Cara... ele insistiu por longos 2 minutos pra entrar no tom e não conseguiu. Fui lá e dei uma força!

A outra banda que tocou tinha o Marlon nos vocais. Imagino que ainda seja Marlon e os brandos! Me diverti meio no automático nessa hora porque eles insistiram no repertório anos 80 e aí moço... sem novidades no front!

Aí veio a doce estupidez... e a parte que realmente é o motivo dessa escrita.

Tinha saído com umas amigas. Duas belas moças que se divertiam a beça, dançando e tragando algumas doses de vodka. Tava até um clima bacana a despeito do fato de não morrer de amores pelo bar! Até vale a dica-clichê de que o que vale realmente é a companhia!

Lá pelas tantas, uma delas mais animada com “stand by me” do Oasis, foi cantar na frente da banda. A outra acompanhou o rastro deixado pela máxima energia da bebida da vocalista de ocasião e dela mesma!

Fico sozinho sem me importar muito, porque acho que mulher feliz é mulher solta. Dois motivos: 1) Ímpeto de mulher é indomável, portanto prefiro confiar; 2) Não custa nada ser e também deixar ser feliz. Se você não sabe, escolha é algo intransferível e pessoal. Se ela escolhe algo que não te deixa feliz, não desista e siga adiante!

Dica escondida: a melhor maneira de deixá-la presa é deixando solta. Só num conta pra ninguém!

Passa por mim então um desses rockstars fodões que temos aqui na cidade e me dá um “hand shake” digno da amplitude de sua presença.

- E aí, Henrique? Beleza?

- Na boa cara! Tudo tranqüilo?

Como o dublê que sempre quis ser desde criança, respondi e perguntei já mudando meu corpo de ângulo pra não deixar meu “corpo falar” algo como “fica aqui pra gente conversar porque adoro ficar de bate-papo com as pessoas”.

Meu truque deu certo! Continuei ali como eu queria. Sem interrupções humanas!

Aí normal. Continuei ali, bebi, transitei um pouco, fui melar meus pés de mijo algumas vezes, enquanto as guapas se divertiam com o repertório da banda.

Uma delas, bastante requisitada pelos meninos no bar, sempre assediada, algumas vezes se afastava, distribuindo a delicadeza tão comum nas mulheres. Aí ficávamos eu e a outra bela moça trocando idéias, dançando um pouco, etc.

Quem nos via, até podia julgar que formávamos um par além do significado 2! Deixo os outros pensarem!

Aí, do nada, repentinamente, volta o rockstar e emenda:

- Cara, aquele show (ele tinha uma banda) naquele dia foi legal! Mas a banda acabou! Tôaí... de bobeira!

- Pô cara... que pena que a banda acabou! (A gente sempre tem que ser delicado com os outros e evitar que a rejeição possa causar traumas). Bem bacana a banda de vocês!

Nessa hora, percebo que o cara parou pra bater papo mesmo e que ia alugar meu ouvido. Aí já começo a ficar bilado porque penso: “quem em sã consciência vê um cara só, acompanhado de uma gostosa como essa aqui e para pra bater papo com ele? Caralho!!!!”

Na tranqüilidade, escuto, num reajo muito forte pra ver se o cara pinota! Porraaaa nenhuma. Engata e continua!

- A gente devia fazer algo junto de novo, mê irmão! Lembro que quando comecei molecote, te vi no Capitão Guapo!

Vai se fuder, velho. O cara tá começando a encher meu saco e vai começar a falar do Capitão Guapo. Putaquepariuavacaqueeucomienãogostei.

Fora o fato do elemento ter que gritar na porra do meu ouvido porque estávamos perto da banda tocando! Vai ser filha duma égua assim na casa do cacete!

Tentei desacelerar pra ver se o cara desistia.

- É. Faz tempo! Tem muita banda boa! Olha essa aí! Apontei displicentemente com a cabeça pra frente.

Nessa hora me pergunto porque o "bonitão da ceasa" num ia cuspir no ouvido de um broto por lá. Aí o cara deu uma crise egocêntrica e insistiu:

- Pois é! Minha banda era legal! Repertório bacana! Poxa cara, temos que fazer enquanto ainda é tempo! Vamos fazer, rapá! Invente um motivo aí: A volta do Capitão Guapo (puta que pariu, lá vai o cara falar merda de noooooooovo). A gente é novo ainda... Nosso tempo é agora! Quando a gente tiver 40 não dá mais!

Aí fudeu de vez!

Claro que ri muuuuuito da idiotice, mas num quis crer no tamanho da estupidez do projeto de roqueiro!

Imagina a cena: o recém vencedor disparado e inconteste do “idiot awards” que tava usando uma camiseta que já não combina mais com seu “shape” mesmo sendo um garotão bem mais novo do que eu, que gritava no ouvido dum cara que não gosta do lugar que estava e que deixou bem pra trás a história do Capitão Guapo, tem exatos 40 anos e vários shows bacanas ainda a fazer, e que por fim, tava acompanhado de uma gostosa que acreditava ele ser bem melhor estar sendo cuspido no ouvido por ela, mesmo que fosse dizendo qualquer bobagem!

Morou bixo?????

Perdoar os estúpidos é exercício de sabedoria!

bjs

ps: adianto pra turma do "poderia ter sido pior": se a moça ficasse bêbada e vomitasse no meu ouvido, eu ainda ia preferir!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Bailinho dançante

mais novidades sobre a festa, aqui, depois do carnaval!!!!!!!!!!!!!!!!


quinta-feira, 3 de março de 2011

Got you where he wanted - David Myhr



claro que não é preciso ter cabelo pra fazer um roque bacana! confere...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Simplesmente soberbo

Que 127 horas seja um “auto-ajuda” disfarçado até posso concordar!

Mas também tenho que concordar/acrescentar que é um bom filme! Inteligente, profundo, delicadamente simples e outros adjetivos com toques magistrais de talento sobre a naturalidade humana captadas pelo diretor Danny Boyle.

Todos sabem que o cara amputa a mão depois de dias presos num rochedo, mas aí, saber o que vai acontecer nem é tão importante quanto o caminho que vai se percorrer (sim... você também!) pra chegar no “maneta” que ele se transforma ao final! E antes do assunto ficar sério, palmas para a punheta que ele quase bate na situação extrema. Mais humano impossível!

Belo filme com a condução dramática inconteste de James Franco no papel de Aron Ralston. O cara é o filme!

Genial também é o diretor, que dá um tratamento cheio de criatividade às situações que o personagem vai se submetendo lentamente – o desespero, as necessidades urbanas, palavras e atos não ditos e feitos.

Preso e tentando evitar desespero, Aron mantém um vídeo-diário. Daí vem a cena mais emocionante e acho que posso dizer do seu triunfo como ser humano.

Por esse momento, Franco merecia o que sabemos que será de Colin Firth (ainda assim aposto nele).

No alvorecer, ele brinca com a câmera fingindo ser um apresentador de programa de TV (aos quais ele é acostumado ver quando acorda) entrevistando ele mesmo! Momento soberbo.

Ele percebe o quanto se é egoísta – e nos faz também - na auto-suficiência. O diálogo-monólogo (afinal é ele com ele mesmo) e a troca de perguntas e respostas é uma equação simples que o conduz para uma dedução sóbria: me fudi e vou morrer pelo meu precioso individualismo!

No jogo de troca de personagens (apresentador e Aron), a linguagem usada pelo diretor não podia ser mais simples e ao mesmo tempo inventiva! A simples mudança da qualidade de imagem entre a handcam usada por Aron e as câmeras do diretor!

No fim de tudo, nunca tinha visto antes, um “ups” ser usado com tanta magnitude! Perfeito e tocante... Você vai concordar comigo...

Bom filme... Juro que não vai ser diferente.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jack Bauer às avessas


Nem amanheceu direito e já fui abrindo a porta pra mulher que estava gritando em mim.

Não... Não sou viado nem nada...

Mas ela permitiu que voltassem frases como “I dream tonight”, “It seems Love”, “I’m too busy asking questions about you”.

Muitos homens ficam brigando com sua parte “mulherzinha”. Brigar com mulher não é perda de tempo? Deixo – literalmente – as minhas livres (explico o plural: a que posso vir a ter e aquela que todos temos guardado).

Coincidência a moça da capa parecer um “homenzinho”. Ou será ela um homem vestido de mulherzinha querendo ser homenzinho?

Não importa! O disco é bem acima do regular!

Ah... A música que me fez sentir “borboletinhas na barriga” (ôôô meiguice) foi “every day feels like the Day”. Experimenta começar por ela!

Pena. Não consegui ser “macho” mais de 24 horas!

link: http://www.mediafire.com/?6ly41fh5r7o67h0#2

desculpe minha ausência musical... e pela crueza dessa canção

Música é - também - estado de espírito.

O meu está meio rude.

Além de belo país, a Suécia tem boas bandas.

Não sei pq ando pouco romântico.

Sei lá... Ando evitando músicas com títulos como “she left me dancing alone”, “talking to myself”, “and my bronken heart”, “send your love down”.

Ando mais “macho” do q o normal.

Então vai uma dica aí.

Não poderia ser mais roqueira: misture Kinks, um tantinho de Who e os nervosos The (International) Noise Conspiracy – muitobonsporsinal.

Coisa pra roqueiro homem mesmo. Mulher só ouve uma banda como essa só na companhia de macho!

link: http://www.mediafire.com/?klkz5jkvi1cmiqi

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Felizes por 20 minutos" ou "Não me leve a sério tanto assim" ou ainda "Alguém esbarrou em mim".

Recentemente, revi uma das boas temporadas do “Sítio do pica-pau amarelo”: Minotauro. Estranho começar esse texto sobre amor – mais uma vez - falando desse épico televisivo?

Não... Explico.

Além dos mitológicos Teseu, Ariadne, Rei Minos, Ícaro, Dédalo, participa o arrogante, vaidoso e soberbo deus Dionísio (deus do êxtase e do entusiasmo, levava com seu cortejo alegria e felicidade e também era considerado protetor das belas artes).

Pronto. Chegou o amor! Pra ser mais preciso o “deus do amor”.

Como reage um não-deus homem (mas não somos a imagem e semelhança de um?) ao ser chamado e reconhecido, pelo menos pela amada, com esse título?

Até acho nem saber o valor e a precisão de considerações dessa natureza. O que posso dizer é que o dia seguinte de uma noite chuvosa de verão causa reações estranhas, tresloucadas e muito, mas muito apaixonadas. Aaahhh essa chuva e suas amorosas conseqüências!

O poder, a exuberância, a confiança, a oportunidade, a coreografia, o domínio, a arte, a fala, a graça. Esse é o primeiro dia!

A primeira moça ficou totalmente... Ops... Desculpe. Quis dizer: Primeiro a moça fica embaraçada na sedução irresistível do semi-deus. Daí por diante, depois de conclamar o mundo (ao seu redor) e canonizar o belo jovem com o título de “deus do amor” e definindo essa força amorosa devastadora que ele mesmo nem sabia ter, tudo muda!

Cenas de outro dia num outro lugar com os recentes poderes adquiridos/atribuídos:

- Como eu gostaria de passar 20 minutos com você! Diz uma outra moça.

- Huuummmm... Acho um privilégio ouvir isso de você! Sim! Claro! Assim... Bom ouvir isso e assim... Eeerr... Tá... Tá bom!

Minutos depois, fui raciocinar sobre os 20 minutos oferecidos.

Primeiro tentei entender o porquê dos exatos 20 minutos. Boa jogada essa da “pobre mortal”. E fica aqui meu protesto contra qualquer fator misógino da tática – que pode parecer vergonhosa – da moça. Sinto muito “coro dos descontentes”. Sabe o que quer quem sabe o que quer!

20 minutos = 8 minutos pra boca (tradução para língua) e pras mão (tradução para dedos), 11 minutos do Paulo Coelho (que apesar do sobrenome adverte para dura ação, digo, duração... sem trocadilhos, hehehehe) e 1 minuto pra fumar e ir embora!

Estrupiando qualquer arresta e usando todos os artifícios que me concedeu minha preciosa vida, segui... Juro que tentando descobrir esse misterioso véu que encobria o estímulo, ao mesmo tempo temporal e jocoso da amante. Pensei em reações. Sagradas e profanas. Utilizei o máximo do divino da minha medíocre humanidade. Bem...

Genial.

Sabemos que nem todos se amam (mas podem!) e que seria impossível se amar assim! Mas também sabemos que devemos espalhar, semear, difundir e propagar (às vezes sem prolongar) o amor.

Dizem por aí que temos a tal “alma gêmea”. Isso automaticamente descarta a possibilidade de várias e exaustivas tentativas. Porque num esbarrão ou outro ela vai aparecer!

Cara, que menina esperta!

Enquanto acontecem os esbarrões, vamos distribuir 20 minutos para fazer o mundo ser um lugar mais cheio de amor!

Discordo de você?

Certa vez, vi um desses camaradas que do alto da sua maturidade, parecia entender da vida e suas misteriosas nuances.

Muito bem nascido, médico por privilégio, presenciou/observou um “pequeno desentendimento” entre sua “atual firme” namorada e seu “ex” (êis... que língua maravilhosa). Ele também, possuidor de uma “ex” (êis... novamente, que língua maravilhosa), aparentemente lhe conferindo autoridade sobre a natureza humana, assim reagiu com uma tentativa de explicação da moça:

- Desculpe! Foi constrangedor, não foi? Não queria que você visse isso! Desculpe o embaraço.

- Olha... Não concordo com você! Se eu discutisse assim com minha ex-mulher, asseguro a você que ela não seria minha “ex”. Acho que a gente se separou exatamente porque não brigávamos mais assim!

Além de mim, faço uma pergunta pro médico discordante, apaziguador e sábio: Discordar de alguém indica que ainda existe alguma coisa boa ou que chegou a “hora da zona morta”?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A volta do Interferência

Sorte no jogo e... azar no amor! Melhor assim!

A foto acima (Laércio e eu) foi tirada na comemoração de 2 anos de programa. Estamos indo pro terceiro ano!

Dia 15 de fevereiro está marcada nossa volta pra telinha!

Informação, música, cinema, comportamento, polêmicas, opinião! Tudo isso continua fazendo parte dessa terceira temporada do Programa Interferência!

Já abasteci meu quarto de músicas, vídeos e filmes novos! Claro que "garota eu te falei/a vida é nada fácil/eu não quero dizer isso mas o mundo é maior que teu quarto", e por isso, vou dividir cada coisa com vocês!

Aguardem! Prometo que será bem divertido!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A cueca e o (possível?) crime perfeito

Todo homem é meio desajeitado pra fazer compras. Sejam elas quais forem. Tipo: presente pro broto; camisa pro pai; sapato pra mãe; tecido (ou veneno disfarçado de torta de morango) pra sogra; etc etc etc.

Traduzindo: inabilidade natural – apesar de uma estranha atração que possuo por supermercado, tenho que reconhecer isso! Acho que por causa do aroma de romance residual que fica espalhado desapercebidamente entre os corredores, nas seções de biscoito, verduras, papel higiênico, frios e enlatados!

Mas tem as fáceis de fazer. Exemplo? Compra cueca!

Agora responda: quantas vezes algum homem que você conhece sai pra comprar cuecas?

Na verdade, pros homens e sua relação com a cueca, basta que ela esteja limpa! E olha que nem sempre são os mesmos que as lavam! Isso nem sequer chega a ser um ritual pros homens. Acontece por acidente! Tá lá na loja - geralmente acompanhando alguém - aí lembra que tem que comprar roupa íntima! Cê sabe que é assim!

Pode perceber. Os solteiros são abastecidos pela mãe, tias ou namorada e os casados pelas esposas!

Atentai bem moças! O que eu quero dizer é que - e essa eu aprendi com sua própria raça - quando um homem, por livre e espontânea vontade, sai pra comprar cuecas, acura-te!

Interesse de “cueca” que mistura independência consumista solitária demonstra aquela vaidade masculina incomum que busca a “boa apresentação”! Gaiola nova pruma nova aventura do Piu-Piu!

Apesar do cheiro novo da roupa íntima masculina, “há algo de podre no reino da “Dinamarca”... hehehehe

Dica diametralmente oposta: se você sai “no osso” e de repente alguém sugere má intenção, use sempre a desculpa da pressa ou que elas estavam todas sujas!

ps: o grau de culpabilidade e ameaça vem estampado na marca da cueca - zorba e pool (pouquíssimo e passageiro perigo)/ adidas, lupo, duloren (é bom ter cuidado)/ Calvin Klein (iiiiihh... fudeu!)/ qualquer marca que apareça no meio das compras de qualquer tipo (ele é inocente)/ Red nose e Bad boy (deve tá pegando um lixo! não se preocupe.)

sábado, 29 de janeiro de 2011

A criança em você e o adulto em mim ou... a criança nossa de cada dia

Criança é naturalmente criativa. Em sua insondável mente, junta retalhos de fantasia e realidade para ser e existir! Não sabe lá muito bem qual é o limite entre o que se pode ou deve dizer! Mas quem disse que isso é ruim?

Não é à toa que dizem que elas são angelicalmente indiscretas e dolorosamente sinceras!

5 e alguma coisa da tarde... voltando da casa do Carlim de fuskete, sentido leste/centro, no último semáforo da Frei Serafim, Enzo começa a usar a imaginação:

- Piloto se preparando para prova (começa a massagear meus ombros como o treinador que acalma antes da prova). Vamos arrasar!

Parando do lado de um carro guiado por uma mulher, sinal abre e Enzo narrando, emenda: “Deixando uma “mocréia” para trás...”

- Eeeeenzooo... que é isso?

- Tá bom, tá bom... A senhoooooora fica pra trás...

Claro que eu morri de rir por dentro! A mulher era horrorosa mesmo... daquelas que o marido deve chamar a cama que divide com ela de “câmara de tortura”. Mas ainda assim, não se cria ou se permite uma criança com tanta sinceridade assim porque senão ela mata o adulto de vergonha alheia!

Mesmo dia, mais tarde. Pedi pra que assistíssemos a um programa chamado “Kalor na Noite”, exibido pelo Meio Norte! Claro que não é o tipo de programa que ele prefere. Ainda assim, compreensivo, não recusou!

A reportagem seria sobre um passeio pelo percurso mais longo feito por uma linha de ônibus na cidade. Reagi ao repórter quando disse que iria acompanhar toda rota por todas as zonas da capital: Norte, sul, leste e... OESTE?

Enzo perguntou por que tinha reagido assim e expliquei que não temos zona oeste, e que ela corresponderia ao Rio Parnaíba e/ou a cidade de Timon (por onde o “Rodoviária Circular” nunca passou). Fora isso a matéria foi uma besteira tão longa quanto o percurso! Doloroso!

Num outro quadro do programa – Loucos por carro – Enzo nem precisou de qualquer auxílio meu!

O carro apresentado era um BMW, que numa jogada até bacana (senão fosse pela falta de empatia, talento, carisma, etc, etc, etc, dos protagonistas) foi entregue ao novo proprietário dentro da própria matéria, que sem muita ginga, falou pouco fazendo o repórter seguir com o famoso “está sem palavras” e continuar com “ele só consegue dizer TRÊS PALAVRAS: B... M... W...”

Enzo olha pra mim com ar de “que diacho é isso?”: “Não seria 3 LETRAS?”

Findo programa, repassa as observações sobre o “Kalor na noite” e nos preparando para assistir o “calça quadrada” e Megamente, com uma doce e inocente ironia finaliza:

- Esse programa devia se chamar “Terror na noite”!

Ri muito...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

alimente seus impulsos cognitivos


Mesmo tendo dedicado inteiramente o fim de semana aos zumbis, vi dois filmes de gênero distinto que valem cada minuto de suas durações.

“Cisne Negro” e o documentário “Alô Alô Teresinha”!

O novo de Darren Aronofsky segue sua linha anticonvencional e é um tratado sobre os limites da obsessão. O filme é festejado por seu possível papel na festa do Oscar, mas preferi assisti-lo sem sequer saber do que se tratava – insisto em me permitir essas raras surpresas - com exceção do fato de se tratar da história de uma bailarina e o “lago do cisne” (daí o título!)!

O filme possui uma direção brilhante (a forma como ele conta a história e mistura a “realidade” do filme e a ficção da obra encenada pela personagem), segura e sensível. Parabéns pra obra!

O doc. “Alô Alô Teresinha”, teoricamente sobre Abelardo Barbosa o “Chacrinha”, engana e é muito mais sobre as “Chacretes” (personagens tão, e às vezes, mais interessantes que o “velho guerreiro”) e apresenta declarações polêmicas sobre a vida “prostituta” das mesmas. Surpreendente! Mulheres belíssimas, mas seduzidas pelas facilidades da beleza e enganadas pela força do tempo!

O que dizer de um ex-calouro – e que passou boa parte da vida sinceramente frustado e amargurado por levar uma “buzinada”, rebatizado por todos de Almir "FonFon" - chamar na lata e cheio de revolta, Roberto Carlos de “um bosta”?
Meio bizarro é também ver cantores pagando mico, cantando à "capela" sucessos que embalaram a época. Ridículo! Me lembrou Borat!
O final, a "Índia Potira" completamente nua no meio do dia e de sua cidade na fonte de água. Junto com isso, o triste olhar lacrimoso do palhaço "Russo" e sua subida na ladeira, que contrapõe todo sucesso que um dia todos - chacretes e ele mesmo - gozaram, ao mesmo tempo que simboliza o efêmero momento dos "olhares" da mídia, que se não bem aproveitados, tornam-se o maior conflito existencial do artista.

Pra dizer o mínimo: obrigatoriamente melancólico!